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domingo, 24 de junho de 2012

- MAITREYA -
O nome Maitreya é derivado da palavra em sânscrito MAITRI, que significa Bondade, Amor, Benevolência, Amizade, Afabilidade, Boa Vontade dentre outras qualidades superiores.
Senhor Maitreya significa “Propagador do Bem”. Elena Petrovna Blavatskaya, co-fundadora da sociedade teosófica, é uma organização internacional devotada a divulgar os ensinamentos da Teosofia, cujo lema é: “que não há dever ou doutrina superior à Verdade”, diz: Maitreya é o nome secreto do quinto Buddha e o Kalkî Avatar dos Brâhmanes, o derradeiro Messias, que virá na culminação do Grande Ciclo. Em todo o Oriente, é crença universal que esse Bodhisattva aparecerá com o nome de Maitreya Buddha, na sétima Raça. Essa autora afirma também que esse mesmo Avatar é esperado antes do final do presente ciclo da humanidade.
Segundo Alice Bailey, Bodhisattva é o nome dado ao cargo atualmente exercido pelo Senhor Maitreya, conhecido no ocidente como Cristo. Esse cargo poderia ser traduzido como o Instrutor do Mundo.

O Bodhisattva é o líder de todas as religiões do mundo e o Mestre dos Mestres e dos Anjos. Paul Brunton (The Notebooks of Paul Brunton) ressalta que Maitreya , “cuja vinda Siddhartha Gautama  profetizou, veio efetivamente na pessoa de Jesus”.
A filosofia esotérica afirma que Maitreya é o mestre esperado pelas principais religiões sob diversos nomes. Os cristãos conhecem-no como o Cristo. Os judeus esperam-no como Messias. Os hindus aguardam a chegada de Krishna. Os budistas esperam Buda Maitreya e os mulçulmanos chamam-no Cristo ou Messias. Segundo os ensinamentos da Sabedoria Eterna, Maitreya é o irmão mais velho da família humana, tendo aperfeiçoado e manifestado dentro de si a “Divindade” que é latente, e está prestes a desabrochar, vir à tona, em cada ser humano.

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PRECONCEITO

MEUS AMIGOS Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril. Oscar Wilde