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quarta-feira, 29 de abril de 2009

O susto maior foi quando eu descobri a porteira Caminhos desconhecidos Rompi as franteiras Desfiz todos os compromissos Agora é tarde... Não dá para voltar atrás Lina Maria

Meu Vício

Não era bem isso Eu não queria compromisso Pois sei que gera vícios Foi você quem ensistiu Agora vem dizer-me... Que não quer mais nada comigo? Desculpe ; é tarde eu já viciei em você Lina Maria
PACTO Entre o teu signo e o meu existe uma possibilidade de veneno umas tintas de vermelho meu moreno E se a paixão há de ser provisória que seja louca e linda a nossa história. Bruna Lombardi
POR QUE NÃO? Eu olhei e pensei por que não dezesseis anos mais velho, seguro homem de opinião e nenhum caráter o velho truque do maduro um ator na vida, e eu pensei por que não vai ver é um menino com medo vai ver se atrapalha não, acho que não deve ser um pouco canalha como todos são um cruzar de pernas, um olhar grave não sei direito o que se faz pra ser querida uma posição mais provocante uma atitude mais desinibida logo eu que morro de vergonha de tentar ser um pouco atrevida logo eu que o que cometo em sonhos seria incapaz de cometer na vida mas pensei por que não o estímulo de uma aventura o prazer de ceder à tentação é tão raro acontecer esse desejo, dura tão pouco isso a novidade e depois não tem o compromisso da paixão come e depois espalha pra cidade aquela coisa machista insuportável estilo gosta de levar vantagem — chega de pensar bobagem — não é possível que ele seja assim ele é sensível, inteligente, um homem que chora só falta agora um sopro de coragem, uma insinuação e se ele for um sujeito compulsivo maníaco depressivo, do tipo que atormenta astral anos sessenta e eu me arrepender profundamente — o ruim do porre é a ressaca — se for um cara babaca desses dose pra analista se ainda for comunista do antigo pecezão não, claro que não ele é brilhante, contemporâneo, atuante ativo da linha de frente e eu molhei os lábios sensualmente e pensei por que não? Bruna Lombardi

domingo, 26 de abril de 2009

Uma confissão... eu te amo Um desejo...estar com você Um voto...sua felicidade Um sonho...ter você eternamente Uma emoção...o primeiro beijo que te dei Um objetivo...uma vida a dois Um pedido...por favor me ame Um lembrete...te amarei sempre Tudo isso porque...te amo demais

sábado, 25 de abril de 2009

Eu Não Sei

Eu não sei o que será de mim Dos meus sonhos,dos meus desejos... É como correr atrás do vento Não posso perder os sonhos dentro de mim e viver na escuridão. Linamaria

terça-feira, 21 de abril de 2009

Santo Agostinho (354-430).

O cristianismo estava consolidado nessa época: embora tivesse apenas quatrocentos anos, era considerado a verdade irrefutável. Apesar disso, Santo Agostinho, que nasceu no norte da África, numa cidade chamada Tagaste, nem sempre foi cristão. Fez os primeiros estudos na cidade natal e, com a ajuda de um amigo, foi para Cartago, aos dezesseis anos, completar os estudos superiores. Não foi um bom aluno. Na juventude, detestava estudar grego. Interessou-se por filosofia ao ler uma obra de Cícero. Quando criança era cristão, mas depois passou por outras religiões, como a dos maniqueus, que formavam uma seita e dividiam o mundo entre o bem e o mal, trevas e luz, espírito e matéria. Acreditavam que com o seu espírito, o homem pode transcender a matéria. O maniqueísmo contém uma visão dualista radical, bem e mal são tomados como princípios absolutos. Posteriormente, Agostinho combateu essa doutrina, que foi criada por Manes. De início ele recusava a ler a Bíblia, por considerá-la vulgar. Teve um caso de amor, envolto em paixões mundanas, e nasceu um filho, que falecido ainda adolescente. Com vinte anos, perdeu o pai e ficou sendo o responsável pelo sustento de duas famílias. Foi professor de retórica em Cartago, mas depois mudou-se para Roma. Sua mãe foi contra a mudança e Agostinho teve de enganá-la na hora da viagem. De Roma foi para Milão, lecionar retórica. Muito influenciado pelos estóicos, por Platão e o neoplatonismo, também estava entre os adeptos do ceticismo. Abandonou o maniqueísmo, que critica. Converteu-se então à fé cristã, depois de conhecer a palavra do apóstolo Paulo, e batizou-se aos trinta e dois anos de idade. Desistiu do cargo de professor e voltou a Tagaste, onde fundou uma comunidade monástica, disposto a fundamentar racionalmente a fé, como foi comum na Idade Média. Mostrou que, sem a fé, a razão não é capaz de levar à felicidade. A razão, para Agostinho serve de auxiliar a fé, esclarecendo e tornando inteligível aquilo que intuímos. Ele tinha tomado contato com o pensamento neoplatônico onde a natureza humana contém parte da essência divina. Demonstrou que há limites para a racionalidade. Receberemos um saber que está além do natural. Com o cristianismo, uma luz inundou seu coração, sua alma encontrou a paz. Virou vigário aos trinta e seis anos, praticando a vida ascética.

Santo Agostinho escreveu Contra os Acadêmicos, direcionado à filosofia cética e expôs a teoria de que os sentidos dizem algo verdadeiro. O erro provém do juízo que fazemos das sensações, e não delas próprias. A sensação não é falsa, o que é falso é querer ver nelas uma verdade externa ao próprio sujeito. Virou Bispo de Hipona.

Agostinho ficou conhecido por “cristianizar” Platão, fazendo vários paralelos entre a parte espiritualista dele (que diz existir um mundo transcendente) e as Sagradas Escrituras. Faz a distinção entre o corpo, sujeito à sorte do mundo, e a alma, que é atemporal, e com a qual se pode conhecer Deus. Antes de Deus ter criado o mundo a partir do nada as Idéias eternas já existiam na sua mente. Deus é a bondade pura. Ele já conhece o que uma pessoa vai viver antes dela viver. Assim, apesar da humanidade ter sido amaldiçoada depois do pecado original, alguns alcançarão a verdade divina, a salvação. Isso depende do uso que fazemos do livre arbítrio, a faculdade que o indivíduo tem de determinar de acordo com a sua própria consciência a sua conduta, livre da Divina Providência, enquanto está vivo. Seria o ato livre de decisão, de opção. Durante um diálogo, Agostinho chega a conclusão que o mal não provém de Deus, mas sim do mau uso do livre arbítrio. De fato, para ele não existe mal, apenas a ausência de Deus. (com isso ele refuta de vez a doutrina dos maniqueus). Essa teoria encontra-se no livro O livre arbítrio.

Com uma vida errada, a alma fica presa ao corpo, porém a relação correta é a inversa. Os órgãos sensoriais sentem a ação dos elementos exteriores, a alma não. Deus é a fonte dos conhecimentos perfeitos e não o homem. A experiência mística leva à iluminação divina. Assim se chega às verdades eternas, e o intelecto então é capaz de pensar corretamente a ordem natural divina. A unidade divina é plena e viva, e guarda a multiplicidade. O amor de Deus é infinito. A graça e a liberdade complementam-se.

Na obra a Cidade de Deus, Agostinho faz oposição entre sensível e inteligível, alma e corpo, espírito e matéria, bem e mal e ser e não ser. Acrescenta a história à filosofia, interpretando a história da humanidade como o conflito entre a Cidade de Deus, inspirada no amor à Deus e nos valores que Cristo pregou, presentes na Igreja, e a Cidade humana, baseada nos valores imediatos e mundanos. Essas cidades estariam presentes na alma humana, e no final a Cidade de Deus triunfaria.

Outra obra importante são as Confissões, que é autobiográfica. Essa obra faz dele um precursor de Descartes, Rousseau e o existencialismo. Acredita na verdade contida nos números, que fazem parte da natureza.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O Que É Ser Normal???

OI
VAMOS REFLETIR MEUS QUERIDOS AMIGOS QUE ADORO MUITO...
RE ( EM VERMELHO É O QUE EU PENSO )
Entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, sobre uma palavra inventada por ele, que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal.
Todo mundo quer se encaixar num padrão.
Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito 'normal' é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. IMAGINE.... Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema. IMAGINE Quem não se 'normaliza', quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. ACHO QUE A PESSOA PRECISA SE AMAR, ISSO SIM E ~TER SEU PRÓPRIO PADRÃO.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?
ESCRAVOS DE PROBLEMAS CRIADOS PELA PRÓPRIA MENTE OU MÍDIA.
Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha 'presença' através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.AGORA SIM.
A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar? Freqüentar terapeuta para bater papo?
Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. AGORA SIM... SEJA LIVRE... SEJA VOCÊ.. CUIDE-SE PELA SUA SAÚDE, NÃO PELO PADRÃO. AME-SE PORQUE VC MERECE.
Um pouco de auto-estima basta.YESSSSS Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.GOSTEI DO BOVINAMENTE...RSRSRSRS
Criaram o seu 'normal' e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.YES
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu me simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera.AMEIIIIII ISTO.....
Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações. YESSSSSSSSSS SINCERIDADE Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo.( MAS PODEM INVERTER TAL SOFRIMENTO ) E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada. É UMA LÓGICA AOS QUE ENXERGAM !!!!
Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes. Ser Feliz é ser você mesmo, sem prejudicar o próximo ou o planeta,... sofrendo ou sorrindo, pois esta vida é passageira e o importante é ter emoções claras e definidas. AMEI O QUE FOI ESCRITO NESTA MENSAGEM.... ENTRETANTO AS PESSOAS NÃO ENXERGAM A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS PORQUE ESTÃO PREOCUPADAS EM SUAS NORMOSES E COM UMA BAIXA ESTIMA.... PRENDEM-SE EM SUAS CELAS ....

terça-feira, 14 de abril de 2009

Eu quero é botar meu bloco na rua

Roupa Nova

Composição: Sérgio Sampaio

Há quem diga que eu dormi de touca Que eu perdi a boca Que eu fugi da briga Que eu cai do galho e que não vi saída Que eu morri de medo quando o pau quebrou Há quem diga que eu não sei de nada Que eu não sou de nada e não peço desculpas Que eu não tenho culpa Mas que eu dei bobeira E que Durango Kid quase me pegou Eu quero é botar meu bloco na rua Brincar, botar pra gemer Eu quero é botar meu bloco na rua Ginga pra dar e vender Eu por mim queria isso e aquilo Um quilo mais daquilo Um grilo menos nisso É disso que eu preciso Ou não é nada disso Eu quero é todo mundo nesse carnaval Eu quero é botar meu bloco na rua... Há quem diga que eu dormi de touca... Há quem diga que eu não sei de nada... Eu quero é botar meu bloco na rua...

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Para ter êxito na vida, você tem de ser vulnerável. É preciso se arriscar em território desconhecido, sem resultados prometidos ou calculados. É preciso ultrapassar os limites da zona de segurança e confiar que Deus vai cuidar de você, mesmo que você não saiba como. A verdadeira aventura da vida está em ir além da segurança aparente do já conhecido, impelidos pela constatação de que não são as nossas defesas pessoais que garantem nossa segurança, mas um poder que vai muito além da nossa débil encenação de auto-proteção. Alea jacta est ( a sorte está lançada) O sucesso favorece a ousadia. O mundo é um livro o qual os que não assumem riscos lêem apenas uma página.

Soneto (a meu modo e maneira)

Assim, desajeitados, Carinho ocasional Sem projeto final Nem sonhos à distância Sem sombra ao sol, Também sem ânsia, Apenas companheiros de estrada Ruas, valas, alguns quintais, Dias, noites, noites e dias, Sol e chuva ocasionais Vamos. Onde as paralelas se encontram, Lá, Nos separamos.

vocêsabeessa

PRECONCEITO

MEUS AMIGOS Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril. Oscar Wilde