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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

É comum termos essa dúvida! Sempre quando vamos escrever ficamos na incógnita: escrevo com “g” ou com “j”?

Vamos esclarecer esse problema de uma vez por todas! Observe:

a) A viagem que você irá fazer demora bastante, não é mesmo?

b) É provável que você viaje hoje, não é?

Qual a diferença entre essas orações acima, além das grafias viajem e viagem?

Na primeira, viagem é um substantivo que faz parte do sujeito. Já na segunda, é um verbo do sujeito “você”.

Assim, toda vez que viagem for um substantivo e indicar o ato de viajar, deverá ser escrito com “g”.

Quando for a flexão do verbo viajar na terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo, virá com “j”: que eles viajem o mais breve possível, pois o trânsito já está começando a ficar ruim.

Veja outros exemplos:

Vocês fizeram boa viagem?
Não é bom que vocês viajem com chuva.
Eu viajei para Espírito Santo e foi ótimo!
A viagem para Espírito Santo foi ótima!
É praticamente certeza que a minha viagem será adiada!

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

Veja mais!

O verbo dar e as horas - Deu ou deram duas horas?
 

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PRECONCEITO

MEUS AMIGOS Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril. Oscar Wilde