Translate

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

████████████████ "Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Estudo do Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. 
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia."

"Todo advogado deve ser por princípio um ativista." - AA

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Olavo de Carvalho - A NATUREZA DITATORIAL E TERRORISTA DO PT! Protestos ...


Eu quero escrever porque não sei falar dos meus sentimentos,na verdade nem entendo o que estou sentindo.
Tudo é tão confuso...sentimentos embolados,misturados.
Hoje já nem sei mais quem eu sou,nunca soube.
Me faltou tantas coisas,sempre me senti muito só.
Pouco amor,pouco carinho,pouco...tudo foi tão pouco.
Às vezes quase nada...
 -Felicidade?
- O que é isso?
Talvez ninguém saiba
É...com certeza ninguém sabe.
Para mim o futuro é a morte.
Morte,morte,morte...
É a única certeza que tenho.



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

É comum termos essa dúvida! Sempre quando vamos escrever ficamos na incógnita: escrevo com “g” ou com “j”?

Vamos esclarecer esse problema de uma vez por todas! Observe:

a) A viagem que você irá fazer demora bastante, não é mesmo?

b) É provável que você viaje hoje, não é?

Qual a diferença entre essas orações acima, além das grafias viajem e viagem?

Na primeira, viagem é um substantivo que faz parte do sujeito. Já na segunda, é um verbo do sujeito “você”.

Assim, toda vez que viagem for um substantivo e indicar o ato de viajar, deverá ser escrito com “g”.

Quando for a flexão do verbo viajar na terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo, virá com “j”: que eles viajem o mais breve possível, pois o trânsito já está começando a ficar ruim.

Veja outros exemplos:

Vocês fizeram boa viagem?
Não é bom que vocês viajem com chuva.
Eu viajei para Espírito Santo e foi ótimo!
A viagem para Espírito Santo foi ótima!
É praticamente certeza que a minha viagem será adiada!

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

Veja mais!

O verbo dar e as horas - Deu ou deram duas horas?
 
A coruja e a águia
Coruja e águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.
—
Basta de guerra — disse a coruja.
— O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
— Perfeitamente — respondeu a águia.
— Também eu não quero outra coisa.
— Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
— Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
— Está feito! — concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
—
Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.
—
Quê? — disse esta admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…
Moral da história: Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Já diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece. 
Em: Fábulas, Monteiro Lobato, São Paulo, Brasiliense, s/d, 20ª edição.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Você me descreveu que, ao encontrar a “pessoa muito interessante”, finalmente encontrou o que procurava. O que você procurava? Segurança, amor, cumplicidade…o que? De repente apareceu, inteligente, maduro, diferente das experiências que você já tinha vivido. Chegou e pareceu se encaixar no que você procurava. “É isso!” – Precipitou sua mente e pronto, essa pessoa, que é apenas uma pessoa, foi imantado por tudo o que você procurava. “Me apaixonei!” – você me escreveu.

E, apaixonada, como entender que tudo o que você procurava/procura, não estava nessa pessoa ? Nem em outra, nem em nenhum, por melhor que seja, por melhor que vier. Nem na profissão, nem no curso, nem na terapia, nada! E sabe quando isso ficará claro para você? Justamente quando parar de procurar por ai e entender que essa tal felicidade que você me pergunta se é utopia, existe, e mora em você.

Tenho uma frase em um dos meus textos que sugere ” antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz”. Nenhum homem, ou mulher, ou quem quer que seja, aguenta essa sobrecarga. É natural. Nem pai, nem mãe, ninguém.

Ser feliz é responsabilidade de cada um, mas nunca entenderemos isso, nunca seremos felizes, nunca encontraremos o que estamos procurando, parece que tudo continuará eternamente vazio enquanto projetarmos em alguém, em algo ou em qualquer coisa que estiver fora da gente.

Continuaremos cativos das emoções, hora radiantes, felizes, apaixonados, hora deprimidos, desesperançosos, autovitimizados, como se não houvesse lugar para gente nesse mundo.

Nosso lugar nesse mundo é o único onde cabe o mundo inteiro: nossa interioridade.

Portanto, aquiete-se. Esqueça as possibilidades, independente de quais sejam, de encontrar a felicidade fora de você. Isso não existe.

A boa notícia é: em você, há felicidade, há paz, há Deus, então, descanse, não de ouvidos para o choro, as lamentações e ruídos produzidos por sua mente. Ela apenas tenta fortalecer seu ego, ainda que de forma negativa, para que você se enfraqueça, se desvie de si mesmo.

Não faça mais nada. Não tente. Não corra atrás. Não projete. Não faça planos. Não se desespere. Apenas pacifique-se e, silenciosa, simplesmente ouvirá. Pacificada, simplesmente verá. Está tudo ai em você, não fuja e, lembre-se: antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz. Eu sei que vai conseguir. Vai sim. - flaviosiqueira.com

terça-feira, 5 de novembro de 2013

EU QUERO É BOTAR MEU BLOCO NA RUA - ROUPA NOVA

http://www.youtube.com/v/ChwKtzo_TJo?autohide=1&version=3&attribution_tag=R-hxdTY0Ilm8xqIV44SMtA&autohide=1&feature=share&showinfo=1&autoplay=1



Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou
Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Já reparou como grande parte de nossas escolhas nascem da culpa? Outras tantas nascem do medo: de não ser aceito, ficar pobre, perder determinado status, ser punido,castigado, ir para o inferno. 

Não percebemos a quantidade de labirintos que nos metemos unicamente por não basearmos nossas escolhas em amor. E não confunda passar a mão na cabeça, ajudar o outro a permanecer no erro, não alertá-lo quando você percebe que ali há engano, cumprir todas as vontades adoecidas de quem quer que seja, isso não é amor, é fraqueza, mais um dos reflexos da culpa. 

Falo sobre o amor/consciência que enxerga muitas vezes a necessidade de dizer “não”, de afastar-se, de ser duro, mesmo contra todas as suas entranhas, mas que, ainda assim, entende que naquele momento não há outro caminho. Quem age por amor muitas vezes é mal compreendido, pode parecer intolerante, como um pai que sabe que naquele momento seu filho precisa de uma punição, dói, é desagradável, mas é para o bem.

Para agir por amor é preciso abrangência de olhar, livrar-se da percepção imediata, do medo que determinada atitude possa ser desagradável para uns ou outros, não se importar com as reclamações, os distanciamentos e as dores que muitas vezes surgirão, nunca por egoismo, mas por saber que no contexto inteiro trata-se de um posicionamento necessário, remédio para a alma; atitude de amor.

Quem age por amor/consciência não pode estar preocupado com reputação, tampouco em ser agradável ou aceito por quem quer que seja, mas preparado para persistir no que decidiu, coerente com a percepção de que nossas atitudes sempre devem visar – para si e para os outros - a possibilidade de uma experiência de vida que nos agregue, que nos torne seres humanos melhores, mais atentos, mais sensíveis, mais conscientes.

É bem mais fácil agir em nome da culpa. Seguir os apelos do medo tem sido cada vez mais natural em um mundo de mentes fragmentadas e sequestradas, mas quem quer agir baseado no amor?
Enxergue-se, revise suas motivações, questione suas atitudes (ou falta delas) e descubra a raiz de suas escolhas.

Agir por amor é um processo, é fruto de uma caminhada que começa e recomeça a cada dia, é muitas vezes remar contra a maré, pode ir em desencontro com quem ama, seguir no anti fluxo da maioria, cutucar interesses, mexer no que está acomodado, cristalizado, estabelecido como verdade absoluta.

Livrar-se das muletas da culpa e do medo pode ser difícil muitas vezes, há um preço a pagar, portanto fica a pergunta: quem está disposto a basear suas escolhas no amor/consciência? Enxergue-se e mexa no que for preciso. É para isso que estamos aqui e só assim atingiremos nossa maturidade existencial.
Pense nisso e tenha um dia cheio de paz. - flaviosiqueira.com

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

É natural encontrar dificuldades, sentir que não dá, como se de fato uns dias fossem mais difíceis que outros. Não há nada de errado em perder a paciência de vez em quando, como se as forças estivessem no fim, como se o tamanho do monstro a ser vencido, aquele leão que nos dizem para matar todos os dias, fosse maior do que nossa limitada força. A gente vai dormir na esperança que o dia seguinte seja mais fácil, que alguma coisa aconteça, que as peças sejam movidas, retiradas quem sabe, que fiquem mais leves, que se movimentem em nosso favor. Tentamos, claro, tentamos sim. Nos esforçamos para que as coisas se encaixem, os desafios sejam superados, que no fim tudo dê certo. Um dia vemos as coisas evoluírem, mas depois parece que os esforços não produzem as mudanças necessárias. Então vem o cansaço, a falta de energia, de paciência, de esperança. É assim que o barco segue, é assim que remamos, ás vezes com mais força, outras vezes menos, até que, em um lapso de lucidez desistimos de remar. A desistência que me refiro não é reflexo da perda de força ou de acomodação, mas é ação, sim, nesse caso desistência é ação, lucidez de quem percebeu que tem dispendido energia, que tem mais atrapalhado do que ajudado e resolveu entender qual de fato é o curso da maré, para onde os ventos realmente sopram.

Aquietar-se é assim. É perceber que toda angústia que se projeta sobre a vida, só reflete mais angústia. Toda inquietação, pressa, desgaste, irritação, falta de esperança, produzirá correspondentes que se projetarão em nosso caminho. Colhemos o que plantamos, portanto entenda: Não me refiro a deixar de produzir, de fazer escolhas, de estudar, de fazer o que precisa ser feito. Temos que trabalhar, pagar contas, entendo tudo isso, é claro !

Acho que você tem mais é que estudar, se desenvolver, trabalhar para que tudo seja feito, mas com um detalhe fundamental: não coloque angustia nessa construção. Não semeie inquietude porque é isso que colherá.

Somente acalme-se até para que possa enxergar como as coisas se encaixam e você nem vê, como se entrelaçam, combinam, vinculam, posicionando-se para que no fim uma coisa complete a outra. Só perceba, só isso. Sei que nem sempre é fácil, sei que muitas vezes as combinações lá fora tendem a nos empurrar para outro lado, que nem todos pensam assim, que a vida parece pesada muitas vezes, claro, sei disso. Mas também sei que é possível, que é uma construção, que depende sim da nossa vontade, que, se quisermos, a gente entende, cresce, se pacifica e encontra as respostas que procura. De processos em processos, passo a passo, certeiros, confiantes, gratos independente dos cenários, a certeza de que é no caminho que a gente se encontra. Que assim seja para todos nós. - flaviosiqueira.com

Aquietar-se é assim. É perceber que toda angústia que se projeta sobre a vida, só reflete mais angústia. Toda inquietação, pressa, desgaste, irritação, falta de esperança, produzirá correspondentes que se projetarão em nosso caminho. Colhemos o que plantamos, portanto entenda: Não me refiro a deixar de produzir, de fazer escolhas, de estudar, de fazer o que precisa ser feito. Temos que trabalhar, pagar contas, entendo tudo isso, é claro ! 
Acho que você tem mais é que estudar, se desenvolver, trabalhar para que tudo seja feito, mas com um detalhe fundamental: não coloque angustia nessa construção. Não semeie inquietude porque é isso que colherá. 
Somente acalme-se até para que possa enxergar como as coisas se encaixam e você nem vê, como se entrelaçam, combinam, vinculam, posicionando-se para que no fim uma coisa complete a outra. Só perceba, só isso. Sei que nem sempre é fácil, sei que muitas vezes as combinações lá fora tendem a nos empurrar para outro lado, que nem todos pensam assim, que a vida parece pesada muitas vezes, claro, sei disso. Mas também sei que é possível, que é uma construção, que depende sim da nossa vontade, que, se quisermos, a gente entende, cresce, se pacifica e encontra as respostas que procura. De processos em processos, passo a passo, certeiros, confiantes, gratos independente dos cenários, a certeza de que é no caminho que a gente se encontra. Que assim seja para todos nós. - flaviosiqueira.com

sábado, 21 de setembro de 2013

Uma música que nos traz de volta para casa - www.flaviosiqueira.com

Nós, nossas buscas, nossos medos. Um vídeo que você precisa ver! (+playl...

A raiz dos nossos problemas *Superfícies, profundezas e livre arbítrio (...

O homem fragmentado *O código "deus" e Deus em nós *Esteriótipos*Essênci...

Sobre nossa liberdade para ser/ Liberdade para amar *Quando estranho o m...

E ai, você aguenta? Um vídeo inquietante sobre a verdade, o conhecimento...

Quem disse que seria fácil ? Um tapa para quem precisa acordar! - www.fl...

sábado, 14 de setembro de 2013

Sem dúvida, o policial militar é autoridade, mas seria ele a tal autoridade policial sobre a qual tanto fala o Código de Processo Penal (CPP)?
Sei que há vozes divergentes, todavia eu não creio que o policial militar seja autoridade policial. Calma, espere ao menos eu argumentar.
O CPP estabelece algumas competências próprias da autoridade policial, e eu vou lhe perguntar se o policial militar tem ou não essas competências.

·        O policial militar é a autoridade competente para instaurar inquérito (§3º do artigo 5º do CPP)?
·        O policial militar é a autoridade competente para ordenar a identificação do indiciado pelo processo datiloscópico e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes (inciso VIII do artigo 6º do CPP)?
·        O policial militar é a autoridade competente para proceder à reprodução simulada dos fatos criminais (artigo 7º do CPP)?
·        O policial militar é a autoridade competente para lavrar Auto de Prisão em Flagrante (artigo 304 do CPP)?
 
O policial militar não tem as competências acima, confere? Então, de acordo com o CPP, o policial militar não é autoridade policial, concorda comigo?
Entretanto, como eu disse no início, o policial militar é autoridade. Quando atuando numa blitz, quando efetuando uma abordagem, quando controlando o trânsito, ou seja, quando dentro de suas atribuições legais de preservação e de manutenção da ordem pública, ele é autoridade, autoridade policial-militar, como dizem os manuais da caserna.
Todo funcionário público detém certa autoridade. Por exemplo, dentro de uma escola, nas questões relacionadas ao ensino, o diretor é uma autoridade. Dentro da sala de aula, o professor é uma autoridade.
Na Administração pública, a autoridade normalmente é definada em lei. É a lei que estabelece quem é competente para fazer o quê. Se o agente público adota uma medida para a qual não tinha competência legal, essa medida (ato administrativo) é anulável.
Portanto, segundo o CPP, a autoridade policial é o delegado. Este é o meu ponto de vista.
Agora, cá pra nós, quem é o primeiro a chegar a locais de ocorrência, atribuição própria do delegado, segundo o artigo 6º, inciso I do CPP? Quem aciona a perícia, atribuição próprio do delegado, segundo o artigo 6º, inciso VII do CPP? Quem apreende os objetos ou instrumentos utilizados na prática criminosa, atribuição próprio do delegado, segundo o artigo 6º, inciso II do CPP?
Pois é, em tese, seria o delegado e sua equipe de agentes e detetives quem deveriam primeiro se dirigir aos locais de ocorrência, desde onde estivesse acontecendo uma simples de briga de casal até onde tivesse ocorrido um homicídio. Sim, a lei é clara:
 
·        Art. 6º do CPP - Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá:
        I - dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e conservação das coisas, até a chegada dos peritos criminais;


Para evitar polêmicas, finalizo por aqui. Tire suas próprias conclusões.

Palestra Espírita - Dr. André Luiz Peixinho - Ação da espiritualidade n...

Palestra Espírita - Dr. André Luiz Peixinho - Ação da espiritualidade n...

sábado, 24 de agosto de 2013

A Farra dos Pedágios no Estado de SP (playlist)

Conselho Regional de Medicina fecha porta a médicos cubanos em Minas Gerais

Conselho Regional de Medicina fecha porta a médicos cubanos em Minas Gerais
Os relacionamentos amorosos dos humanos são patéticos e espelham o nível patético de evolução espiritual da humanidade. Os humanos se relacionam em razão da aparência física, do que acham que têm em comum e por conveniências. A associação pela aparência física é a mesma que orienta a relação dos animais irracionais e não há segredo nisto, pelas pretensas afinidades é a velha lástima de alguém achar que encontrou o amor de sua vida porque a outra pessoa tem o mesmo interesse cultural, vive a mesma vida noturna, faz parte do mesmo mercado profissional ou meio acadêmico e por tudo quanto se veja nela e por conveniências diz respeito ao ajuntamento pela conveniência financeira, emocional, sexual, intelectual ou social em geral. Todos os relacionamentos amorosos dos humanos são fulcrados em sua ignorância espiritual e nada têm a ver com a espiritualidade. Os humanos são patéticos, se relacionam com outros humanos patéticos e não poderiam ter relacionamentos amorosos que também não fossem patéticos.
Entretanto, existem relacionamentos amorosos que são firmados no mundo espiritual. Tratam-se de compromissos assumidos entre um homem e uma mulher verdadeiramente voltados à espiritualidade. Uma pessoa espiritualizada não inicia ou vive um relacionamento com uma pessoa que não seja voltada à espiritualidade e não se relaciona com alguém pela aparência, gostos em comum ou por conveniências. As pessoas espiritualizadas primeiramente se encontram no mundo espiritual e lá iniciam o relacionamento; após isto se conhecem e se unem no mundo material. Fica, então, evidente que coisa alguma é por acaso em relação à forma como se conhecem as pessoas voltadas à espiritualidade. Relacionamentos amorosos verdadeiros são desta forma, são relacionamentos que vêm de cima (do espiritual) para baixo (o material) e o inverso não ocorre: quem se relaciona pela matéria não chega à relação pelo espírito. Em relacionamentos amorosos o que começa mal sempre terminará mal.
Quando ocorrem tais encontros no mundo espiritual – muitas vezes se tratam de reencontros relacionados às vidas passadas – onde um homem e uma mulher escolhem firmar um compromisso, algo é criado no mundo espiritual que terá efeitos no mundo material. Mesmo que a pessoa não tenha consciência do que foi feito no mundo espiritual sua consciência lhe cobrará fidelidade e lealdade à pessoa com a qual ela firmou o compromisso, não obstante ela nem mesmo conheça esta pessoa no mundo material. Isto ocorre porque as pessoas que firmam por livre arbítrio o compromisso no mundo espiritual são dotadas de nível maior de evolução espiritual, o que se reflete na matéria em evolução moral e ética. Uma pessoa espiritualizada não trai. No mundo espiritual contratos são firmados, tanto para o bem quanto para o mal, criando leis entre as partes e todo contrato violado gera suas consequências. No caso do pacto para um relacionamento amoroso quem cobrará sua violação é a própria consciência do indivíduo.
Relacionamentos firmados no mundo espiritual quando se concretizam no mundo material são obviamente os melhores que podem existir e é certo que aquele que já o vivenciou não aceitará coisa alguma diferente disto. É impossível para uma pessoa que já tenha tido a experiência de conviver literalmente o dia todo com uma pessoa tanto no mundo material quanto no mundo espiritual se contentar em ter um relacionamento que não seja fundado na espiritualidade. Nos relacionamentos dos humanos, os quais são destituídos de espiritualidade, uma pessoa pode ficar junto da outra o tempo todo enquanto esteja acordada, mas quando dorme ela se separa desta pessoa, vai para longe dela e até mesmo se relaciona com outra pessoa. Um homem e uma mulher que se relacionam pela mente e pela matéria podem viver um relacionamento que parece perfeito para o mundo todo, mas quando dormem e a alma de cada um está livre para seguir o que bate realmente no peito de cada um eles jamais se encontram.
O mundo espiritual é o mundo da verdade e lá ninguém pode forçar sentimento algum. Se uma pessoa tem um relacionamento com alguém no mundo material, mas vive sonhando com outra pessoa ou sonha mais com outra pessoa do que com a pessoa com a qual está, ela está deixando de viver, pois está vivendo uma mentira. Seu Eu Interior e seu Eu Exterior não estão em harmonia, estão em choque vivendo cada um uma vida distinta. Relacionamentos verdadeiros só existem quando o homem e a mulher estão juntos tanto no mundo material quanto no mundo espiritual. Não adianta estar com uma pessoa no mundo material e quando deitar a própria alma, agora livre, ir para outra pessoa. É melhor viver só do que viver a infelicidade de viver na matéria com uma pessoa e com outra no espírito. Os humanos acham que são mais felizes se relacionando com alguém pelo qual sua alma não se ilumina do que vivendo sozinhos, mas a mentira faz mais mal ao espírito do que a solidão. A mentira é sempre uma mancha negra na alma.
Uma pessoa pode ser extremamente fiel no mundo material enquanto trai no mundo espiritual. Todo aquele que vive um relacionamento que não está em consonância com a espiritualidade deve estar ciente de que pode estar traindo ou sendo traído no mundo espiritual e disto não há escapatória. A única forma de não trair e não ser traído em um relacionamento nos dois mundos (material e espiritual) é viver o mesmo relacionamento e estar com a mesma pessoa em ambos os mundos. Uma alma não se relaciona com outra alma pela aparência, pelo que acha que tem em comum com a outra alma ou por conveniências. Almas se relacionam pela verdade do espírito e isto não é algo que possa ser orientado pela mente. Entre o caminho da mente, que restringe pelas ilusões, e o caminho da consciência, que expande pela Verdade, a humanidade optou pelo caminho da mente, por isto vive relacionamentos patéticos. Uma pessoa pode dizer ao próprio Ego o que sentir, mas não pode dizer à própria alma.
É questão de evolução espiritual ser o mesmo na matéria e no espírito e ninguém pode se dizer um ser verdadeiro se vive duas vidas, uma no mundo material e outra no espiritual. Da mesma forma que uma pessoa absurda e completamente atrasada espiritualmente pode viver a mentira de não viver no mundo espiritual o mesmo relacionamento que vive no mundo material, uma pessoa que não seja absurda e completamente atrasada espiritualmente também pode viver esta mentira. Ela pode, pois, firmar por livre arbítrio o compromisso no mundo espiritual e posteriormente no material em razão de seu Ego e sua ignorância não viver isto. É o caso daqueles que não sendo absurda e completamente atrasados espiritualmente ainda se mantém inconscientes da vida no mundo espiritual não sabendo quem verdadeiramente são e vivendo seus relacionamentos amorosos como os absurda e completamente atrasados espiritualmente, não havendo de fato qualquer diferença entre estes e aqueles.
Os relacionamentos amorosos firmados por livre arbítrio no mundo espiritual são verdadeiros, pois são da consciência, e podem transpassar eras. Os firmados pela matéria são mentirosos, pois são frutos das ilusões da mente e estão relacionados ao Eu Exterior; nascem fadados ao fracasso, não tendo continuação em uma próxima vida. Uma alma não reencontra outra em uma próxima vida porque antes tinha achado bonito o seu corpo físico, tinham os mesmos gostos ou porque antes a relação lhe era conveniente. Neste ponto, convém destacar que não há espiritualidade verdadeira ensinada que não associe a própria espiritualidade com o trabalho. Quando duas pessoas verdadeiramente espiritualizadas se relacionam não existe inutilidade, pois ambas fazem juntas o trabalho da espiritualidade tanto na matéria quanto no espírito – como os casais de pleiadianos -. Um casal não se reencontra em uma vida futura para compartilhar eventos culturais, noitadas e estudos e trabalhos da matéria.
É o relacionamento amoroso firmado no mundo espiritual entre um homem e uma mulher que dá luz à magia sexual entre o casal, à qual só existe em tais condições. A magia sexual pode ser utilizada inclusive para a realização de desejos materiais, haja vista que a energia gerada durante o ato sexual possui poder criador, pois possui o poder de plasmar. É a geração de um filho a maior obra que um casal voltado à espiritualidade pode ter, pois é quando Deus delega ao homem o poder de gerar a vida. Todo relacionamento amoroso em que de uma forma ou de outra não há a geração da vida é um relacionamento que vai de encontro à espiritualidade; por isto, toda pessoa que de uma forma ou de outra, dependendo da desculpa que a mente gerar, tem medo de ter um filho com a pessoa com a qual se relaciona está com a pessoa errada. A vida é a manifestação do Amor de Deus ao homem, é a vida a prova maior de Amor que pode existir no universo e onde não há vida não há Amor.
Nenhuma pessoa pode ser feliz mentindo para si. Uma relação amorosa verdadeira, como se dá com as civilizações extraterrestres evoluídas, é baseada no companheirismo e este companheirismo é percebido de imediato na relação em que um homem e uma mulher vivem juntos tanto no mundo material quanto no espiritual. Pessoas que tinham relacionamentos firmados no mundo espiritual e que por seus egos e sua ignorância o sacrificaram para viver relacionamentos fundamentados nas questões humanas e materiais pagarão o preço pela escolha da pateticidade. Viverão para sentir a angústia de passar o dia com uma pessoa enquanto sua alma conta os segundos para que o corpo físico adormeça e no mundo espiritual, no mundo da verdade onde nada se esconde, possa encontrar o ser verdadeiramente amado pelo seu coração. A consciência punirá aquele que violar o pacto celebrado no mundo espiritual com a dor da alma; a tristeza e a amargura sem remédio na matéria, pois a dor da alma somente no mundo da alma se cura.

Briga por ciúmes deixa 2 pessoas mortas - TVB afiliada Record

Briga por ciúmes deixa 2 pessoas mortas - TVB afiliada Record

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Perfeito...

Um professor estava diante de sua classe de filosofia e tinha alguns itens na sua mesa em sua frente.

Quando a aula começou, ele sem dizer uma palavra pegou num frasco de maionese grande e vazio e começou a enchê-lo com bolas de golfe.

Ele então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.

Eles concordaram que estava.

O professor, então, pegou uma caixa de fósforos e despejou dentro do vidro. Ele agitou-o levemente.

Os palitos de fósfoforo rolaram para os espaços entre as bolas de golfe.

Ele então perguntou novamente se o vidro estava completo.

Eles concordaram que estava.

O professor pegou uma caixa com areia e despejou dentro do frasco de maionese.

Claro, a areia preencheu todo o resto.

Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio ..

Os alunos responderam com um unânime 'sim'.

O professor em seguida pegou duas cervejas que estavam debaixo da mesa e despejou o conteúdo do frasco preenchendo todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram ..

'Agora', disse o professor como os risos, 'eu quero que vocês reconheçam que este frasco é a VIDA.

As bolas de golfe são as coisas importantes --- sua família, seus filhos, sua saúde, seus amigos e suas paixões favoritas --- e se tudo estivesse perdido, elas continuariam ali, sua vida ainda estaria cheia.

Os palitos de fósforos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa e seu carro ..

A areia é todo o resto --- as pequenas coisas.

"Se você colocar a areia primeiro no vidro ", ele continuou," não há espaço para os palitos de fósfoforo e as bolas de golfe.

O mesmo vale para a vida.

Se gastar todo o seu tempo e energia com as pequenas coisas, você nunca vai ter espaço para as coisas que são importantes para você.

Preste atenção às coisas que são determinantes para a sua felicidade.

Gaste tempo com seus filhos.

Gaste tempo com seus pais.

Visite seus avós.

Cuide da sua saúde.

Leve o seu cônjuge para jantar fora.

Haverá sempre tempo para limpar a casa e cortar a grama.

Tome cuidado com as bolas de golfe primeiro --- as coisas que realmente importam.

Defina suas prioridades.

O resto é só areia.

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que a cerveja representava.

O professor sorriu e disse: "Estou feliz que você perguntou."

A cerveja só mostra que não importa quão cheio sua vida possa parecer, há sempre espaço para um par de cervejas com um amigo!

domingo, 11 de agosto de 2013

 assustador o suficiente?
Cola Beverages Usado como inseticida, na Índia Oriental cultivando!
Imagine o que vai fazer a sua saúde!

Para os agricultores, no estado indiano oriental de Chhattisgarh é mais barato do que os pesticidas e começa o trabalho feito tão bem. O produto? Pepsi ou Coca-Cola.

Cientistas agrícolas dar-lhes algum apoio - eles dizem que o alto teor de açúcar das bebidas pode torná-los eficazes no combate as pragas.

Os agricultores dos distritos de Chhattisgarh Durg, Rajnandgaon e Dhamtari dizer que eles têm usado com sucesso Pepsi e Coca-Cola para proteger suas plantações de arroz contra pragas.

"Tudo o que está acontecendo é que as plantas obter um fornecimento directo de carboidratos e açúcar, que por sua vez aumenta a imunidade das plantas"
~ Sanket Thakur,
cientista agrícola

É uma tendência que tem sido visto em outras partes da Índia, com os agricultores também usando marcas indianas de colas.

A prática do uso de refrigerantes no lugar de pesticidas, que são 10 vezes mais caro, está ganhando tanta popularidade que as vendas das bebidas aumentaram drasticamente em aldeias remotas.

Tanto a Coca-Cola e Pepsi tem um pH abaixo de 3 e um ORP positivo correr 250 mV, fazendo com que estas bebidas chamados um ácido forte e tóxico para os seres humanos, animais e insetos.

PARA MAIS: Agricultores combater pragas com colas: http://news.bbc.co.uk/2/hi/south_asia/3977351.stm -

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Será ?
Eu quero falar um pouco de mim, coisas que a gente vai passando pela vida a fora às vezes engraçadas, às vezes não tem tanta graça assim.
Cada um de nós temos muitas histórias vividas, que algumas vezes colocamos vírgulas em outras um ponto final.
Quando colocamos vírgulas é um sinal que a história ainda não acabou, qualquer dia qualquer hora irá retornar. Ou não. Sei lá...mas ficará uma história sem final, inacabada.
Eu tenho histórias assim. Inacabadas. Talvez um dia eu possa colocar um ponto final claro se der tempo, pelo menos não me fazem sofrer não parei minha vida por causa delas.
Mas o que eu mais sofro são as histórias que tive que colocar um ponto final.
Essas me maltratam, me deprime, me deixa triste porque sei que nunca mais vão voltar.
Tive que re-começar.Como é difícil re-começar.
Começar de novo, começar do zero, sem expectativas, sem rumo sem saber por onde começar.
Começar como?
O cachorrinho amigo, companheiro morreu.
Nunca mais vou sentir seu focinho afagando meu rosto, nem seus pezinhos raspando na minha cama me acordando de manhã.
Os filhos casaram e se foram, foram começar suas histórias
O marido que eu tanto amava, meu grande amigo, meu cumplice, meu, meu... sei lá
Também se foi. Fez sua grande viagem sem se despedir de mim, sem dizer pelo menos um Adeus, me deixou só (infarto fulminante do miocárdio)
- E agora? - O que eu faço???
Por onde re-começar?
Será que dá para apagar todo o passado assim como a gente faz com uma frase escrita a lápis numa folha branca de papel? E escrever nessa folha uma nova história?
Será que é possível?
Será??????????
LICHAVES


Powered By Blogger

EU SOU SIMPLESMENTE LINA.

PRECONCEITO

MEUS AMIGOS Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril. Oscar Wilde