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sexta-feira, 8 de julho de 2011

A Arte de Escutar

A Arte de Escutar Stresa, Itália - 1ª palestra 2 de julho, 1933 Amigos, nas minhas conversas não vou tecer uma teoria intelectual. Vou falar da minha própria experiência que não nasceu de ideais intelectuais, mas que é real. Por favor não pensem em mim como um filósofo expondo um novo conjunto de ideias com as quais o vosso intelecto pode fazer malabarismos. Não é isso o que quero oferecer-lhes. Mais propriamente gostaria de lhes explicar que a verdade, a vida de plenitude e riqueza, não pode ser alcançada através de qualquer pessoa, através da imitação, ou através de qualquer forma de autoridade. A maioria de nós sente ocasionalmente que há uma vida verdadeira, algo eterno, mas os momentos em que sentimos isso são tão raros que este algo eterno passa cada vez mais a segundo plano e parece-nos cada vez menos uma realidade. Ora para mim existe a realidade; existe uma realidade viva eterna – chamem-lhe Deus, imortalidade, eternidade, ou o que quiserem. Existe algo vivo, criativo, que não pode ser descrito porque a realidade ilude qualquer descrição. Nenhuma descrição da verdade pode ser duradoura visto que só pode ser uma ilusão de palavras. Não se pode conhecer o amor através da descrição de alguém; para conhecer o amor, é preciso tê-lo experimentado. Não se pode conhecer o sabor do sal até que se tenha provado. Contudo, passamos o nosso tempo à procura de uma descrição da verdade em vez de tentarmos descobrir uma maneira para a sua compreensão. Afirmo que não posso descrever, não posso pôr em palavras, essa realidade viva que está para além de todo e qualquer progresso, todo e qualquer crescimento. Cuidado com aquele que tenta descrever essa realidade viva porque ela não pode ser descrita; deve ser experimentada, vivida. Esta compreensão da verdade, do eterno, não está no movimento do tempo, que é apenas um hábito da mente. Quando se diz que se compreenderá com o decorrer do tempo, ou seja, num futuro, então está-se apenas a protelar essa compreensão que deverá estar sempre no presente. Mas se a mente compreender a plenitude da vida, e estiver livre da divisão do tempo em passado, presente e futuro, então aí chega a compreensão dessa realidade eterna e viva. Mas visto que todas as mentes estão aprisionadas na divisão do tempo, uma vez que pensam no tempo em termos de passado, presente e futuro, então surge o conflito. Mais uma vez, porque dividimos a acção em passado, presente e futuro, porque para nós a acção não está completa por si própria, mas é antes algo impulsionado por motivos, por medo, por guias, por compensação ou castigo, as nossas mentes são incapazes de compreender o todo contínuo. Somente quando a mente está livre da divisão do tempo é que a verdadeira acção pode resultar. Quando a acção nasce da plenitude, não da divisão do tempo, então essa acção é harmoniosa e está liberta dos obstáculos da sociedade, classes, raças, religiões e aquisitividade. Pondo a questão de outra forma, a acção deverá tornar-se verdadeiramente individual. Notem que não estou a utilizar a palavra “individual” no sentido de colocar o indivíduo contra a multidão. Por acção individual quero dizer acção que nasceu da completa compreensão, completo entendimento por parte do indivíduo, entendimento este não imposto pelos outros. Onde existe esse entendimento, existe verdadeira individualidade, verdadeira solidão – não a solidão de fuga para o isolamento, mas a solidão que nasceu da compreensão total das experiências da vida. Para a plenitude de acção, a mente deve estar livre destas ideias de tempo como ontem, hoje e amanhã. Se a mente não estiver liberta dessa divisão, então surge o conflito levando ao sofrimento e à procura de escapes para fugir dele. Eu afirmo que existe uma realidade viva, uma imortalidade, uma eternidade que não pode ser descrita; só pode ser compreendida na plenitude da vossa própria acção individual, não como parte de uma estrutura, não como parte de uma máquina social, política ou religiosa. Por isso devem experimentar a verdadeira individualidade antes de poderem compreender o que é verdadeiro. Desde que não actuem a partir dessa fonte eterna, haverá conflito; haverá divisão e conflito contínuos. Cada um de nós conhece o conflito, a luta, a mágoa, a falta de harmonia. Estes são os elementos que amplamente caracterizam as nossas vidas, e deles tentamos, consciente ou inconscientemente, fugir. Mas poucos conhecem por si próprios a causa do conflito. Intelectualmente poderão conhecer a causa, mas esse conhecimento é meramente superficial. Conhecer a causa é ter consciência dela não só com a mente mas também com o coração. Visto que poucos estão conscientes da causa profunda do seu sofrimento, sentem o desejo de fugir desse sofrimento, e este desejo de fuga criou e vitalizou os nossos sistemas morais, sociais e religiosos. Aqui não tenho tempo de entrar em pormenores, mas se pensarem no assunto, verão que os nossos sistemas religiosos em toda a parte do mundo se baseiam nesta ideia de protelação e evasão, esta procura de intermediários e consoladores. Porque não somos responsáveis pelos nossos próprios actos, porque procuramos fugir dos nossos sofrimentos, criamos sistemas e autoridades que nos darão conforto e abrigo. Qual é, então, a causa do conflito? Porque sofremos? Porque temos que lutar incessantemente? Para mim, o conflito é o fluxo dificultado da acção espontânea, do pensamento e sentimento harmoniosos. Quando o pensamento e a emoção são desarmoniosos, há conflito na acção; ou seja, quando a mente e o coração estão num estado de discórdia, criam um impedimento à expressão da acção harmoniosa, e por isso conflito. Tal impedimento à acção harmoniosa é causado pelo desejo de evasão, pelo evitar contínuo de enfrentar a vida integralmente, por defrontar a vida sempre com o peso da tradição – seja ela religiosa, política ou social. Esta incapacidade para enfrentar a experiência na sua plenitude cria conflito e o desejo de lhe escapar. Se considerarem os seus pensamentos e os actos deles provenientes, verão que onde existe o desejo de evasão deve haver a procura de segurança; e porque encontram conflito na vida com todas as suas acções, as suas emoções, os seus pensamentos, querem fugir desse conflito para uma segurança satisfatória, para uma permanência. Portanto toda a vossa acção está baseada neste desejo de segurança. Mas na realidade, não existe segurança na vida – nem física, nem intelectual, nem emocional, nem espiritual. Se sentem que estão seguros, jamais poderão encontrar aquela realidade viva; no entanto, a maioria de vocês procura segurança. Alguns de vocês procuram segurança física através da riqueza, do conforto, e do poder sobre os outros que a riqueza lhes confere; interessam-se pelas diferenças sociais e privilégios sociais que lhes asseguram a posição da qual retiram satisfação. A segurança física é uma forma rude de segurança, mas uma vez que tem sido impossível para a maioria da humanidade alcançar essa segurança, o homem voltou-se para a forma subtil de segurança a que chama de segurança espiritual ou religiosa. Por causa do desejo de fugir do conflito, procura-se e estabelece-se segurança – física ou espiritual. A ânsia de segurança física é demonstrada pelo desejo de ter uma conta bancária substancial, uma boa posição, o desejo de ser considerado alguém na cidade, a luta por graus académicos e títulos e todas essas estupidezes sem significado. Depois, alguns de vós tornam-se insatisfeitos com a segurança física e voltam-se para a segurança numa forma mais subtil. Continua a ser segurança, mas apenas um pouco menos óbvia, e chamam-lhe a segurança espiritual. Mas eu não vejo uma diferença real entre as duas. Quando estão saciados com a segurança física ou quando não conseguem alcançá-la, voltam-se para o que chamam segurança espiritual. E quando se voltam para ela, instauram e vitalizam essas coisas a que chamam de religião e crenças espirituais organizadas. Porque procuram segurança estabelecem uma forma de religião, um sistema de pensamento filosófico no qual são aprisionados, do qual se tornam escravos. Assim, do meu ponto de vista, as religiões com todos os seus intermediários, as suas cerimónias, os seus sacerdotes, destroem o entendimento criativo e pervertem o discernimento. Uma forma de segurança religiosa é a crença na reencarnação, a crença em vidas futuras, com tudo o que aquela crença implica. Eu afirmo que quando um homem é aprisionado em qualquer crença não pode conhecer a plenitude da vida. O homem que vive plenamente actua a partir daquela fonte na qual não há reacção, mas apenas acção; mas o homem que procura segurança, escape, tem que agarrar-se a uma crença porque dela obtêm apoio contínuo, encorajamento para a sua falta de compreensão. Existe depois a segurança criada pelo homem na ideia de um Deus. Muita gente me pergunta se acredito ou não em Deus, se existe um Deus. Isto não se pode discutir: A maioria das nossas ideias sobre Deus, sobre a realidade, sobre a verdade, são meras imitações especulativas. Por isso são absolutamente falsas, e todas as nossas religiões se baseiam em tais falsidades. Um homem que tenha vivido toda a sua vida na prisão apenas pode especular sobre a liberdade; um homem que nunca experimentou o êxtase da liberdade não pode conhecer a liberdade. Portanto é de pouca utilidade discutir sobre Deus, sobre a verdade; mas se tiverem a inteligência, a intensidade para destruir as barreiras que os rodeiam, então conhecerão por si mesmos a plenitude da vida. Não mais serão, então, escravos num sistema social ou religioso. Existe ainda a segurança através do trabalho. Isto é, gostam de se perder no lodaçal da actividade, no trabalho. Através desta actividade, desta segurança, procuram fugir do confronto com as vossas próprias lutas incessantes. Portanto segurança á apenas fuga. E uma vez que a maioria das pessoas estão a tentar fugir, fizeram delas próprias máquinas de hábitos para evitar o conflito. Criam crenças religiosas, ideias; adoram a imagem de uma imitação a que chamam Deus; tentam esquecer a sua incapacidade para enfrentar lutas absorvendo-se no trabalho. Todas estas são maneiras de fugir. Portanto para salvaguardar a segurança, vocês criam a autoridade. Não é assim? Para receber conforto, têm que ter alguém ou algum sistema que lhes dê conforto. Para ter segurança, tem que haver uma pessoa, uma ideia, uma crença, uma tradição, que lhes dê a garantia de segurança. Portanto na nossa tentativa de encontrar segurança, estabelecemos uma autoridade e tornamo-nos escravos dessa autoridade. Na nossa procura por segurança estabelecemos ideais religiosos que nós, no nosso medo, criámos; procuramos segurança através de sacerdotes ou guias espirituais a quem chamamos professores ou mestres. Ou, ainda, procuramos a nossa segurança no poder da tradição – social, económica ou política. Nós próprios, individualmente, estabelecemos essas autoridades. Elas não apareceram espontaneamente. Temos vindo a estabelecê-las através dos séculos, e as nossas mentes tornaram-se estropiadas, corrompidas pela sua influência. Ou suponha que pusemos de parte as autoridades externas; desenvolvemos então uma autoridade interna a que chamamos autoridade espiritual intuitiva – mas que, para mim, difere pouco da autoridade externa. Ou seja, quando a mente é aprisionada pela autoridade – seja externa ou interna – não pode ser livre, e por isso não pode conhecer o verdadeiro discernimento. Por isso, onde existe autoridade nascida da procura de segurança, nessa autoridade residem as raízes do egotismo. Afinal o que fizemos? Devido à nossa fraqueza, ao nosso desejo de poder, à nossa procura de segurança, estabelecemos autoridades espirituais. E nesta segurança, a que chamamos imortalidade, queremos residir eternamente. Se olharem para esse desejo calmamente, criteriosamente, verão que nada mais é que uma forma refinada de egotismo. Onde existe uma divisão de pensamento, onde existe a ideia de “eu”, a ideia de “meu” e “teu”, não pode haver plenitude na acção, e por esse motivo não pode haver compreensão da realidade viva. Mas – e espero que compreendam isto – aquela realidade viva, aquela totalidade, expressa-se a si mesma na acção da individualidade. Já expliquei o que entendo por individualidade: o estado no qual a acção tem lugar através da compreensão liberta de todos os padrões – sociais, económicos ou espirituais. É a isto que eu chamo a verdadeira individualidade, porque é acção nascida da plenitude do entendimento, ao passo que o egotismo tem as suas raízes na segurança, na tradição, na crença. Por isso a acção induzida pelo egotismo é sempre incompleta, está sempre ligada à luta incessante com sofrimento e dor. Estes são alguns dos entraves e obstáculos que impedem o homem de ter consciência daquela realidade suprema. Essa realidade viva só pode ser compreendida quando se tiver libertado a si mesmo destes obstáculos. A liberdade da plenitude não está na fuga da escravidão, mas na compreensão da acção, que é a harmonia de mente e coração. Deixem-me explicar isto de forma mais clara. A maioria das pessoas pensantes tem intelectualmente consciência de muitos obstáculos. Por exemplo, se considerarem seguranças tais como riqueza, que vocês acumulam como protecção, ou ideias espirituais nas quais tentam abrigar-se, verão a sua total inutilidade. Se examinarem estas seguranças, poderão intelectualmente ver a sua falsidade; mas para mim, essa consciência intelectual do obstáculo não é de forma alguma consciência total. É apenas uma concepção intelectual, não uma consciência plena. A consciência plena existe apenas quando estão conscientes, tanto emocional como mentalmente, destes obstáculos. Se estiverem a pensar nesses obstáculos agora, provavelmente estão a considerá-los apenas intelectualmente, e dizem “Diga-me uma forma pela qual me possa livrar destes obstáculos”. Isto é, estão apenas a tentar vencer obstáculos, e desse modo estão a criar um novo conjunto de resistências. Espero ter esclarecido este assunto. Posso dizer-lhes que a segurança é fútil, que não tem significado, e vocês podem admiti-lo intelectualmente; mas como se habituaram a lutar pela segurança, quando sairem daqui continuarão simplesmente a lutar, mas agora, contra a segurança; desse modo vocês apenas procuram um novo caminho, um novo método, uma nova técnica, que é somente um desejo renovado de segurança sob outra forma. Para mim não existe tal coisa como uma técnica para viver, uma técnica para a realização da verdade. Se existisse tal técnica para vocês a aprenderem, estariam apenas a ser escravizados por outro sistema. A realização da verdade vem somente quando existe plenitude de acção sem esforço. E a cessação do esforço chega através do conhecimento dos obstáculos – não quando vocês tentam cvencê-los. Isto é, quando estão totalmente consciente, completamente conscientes de mente e coração, quando estão conscientes com todo o vosso ser, então através dessa consciência ficarão livres de obstáculos. Experimentem e verão. Tudo o que conquistaram, escravizou-os. Só quando tiverem compreendido um obstáculoso com todo o vosso ser, somente quando realmente tiverem compreendido a ilusão da segurança, é que não lutarão mais contra ele. Mas se estiverem apenas intelectualmente conscientes dos obstáculos, então continuarão a lutar contra eles. A vossa concepção de vida está baseada neste princípio, a vossa luta pela realização espiritual, pelo crescimento espiritual, é o resultado do vosso desejo de mais seguranças, mais enaltecimento, mais glória, e por isso esta contínua e infindável luta. Por isso digo, não procurem um caminho, um método. Não existe método, não existe caminho para a verdade, Não procurem um caminho mas tomem consciência do obstáculo. A consciência não é apenas intelectual; é tanto mental como emocional; é plenitude de acção. Então, nessa chama de consciência, todos estes obstáculos caem por terra porque vocês penetraram neles. Poderão então perceber directamente, sem escolha, aquilo que é verdade. A vossa acção nascerá então da plenitude, não da incompletude da segurança; e nessa plenitude, nessa harmonia de mente e coração, está a compreensão do eterno. Textos de J.Krishnamurti em Português A Arte de Escutar

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Viva para agradar os outros, e todos ficarão contentes, exceto você!

sábado, 2 de julho de 2011

Eviado pela Ong Amarribo

Car@ Amig@, Devido o grande interesse pela Lei da Ficha Limpa Municipal do Município de São Carlos SP, estamos enviando abaixo para todos a lei na íntegra. Atenciosamente, LEI Nº 15.701 DE 25 DE MAIO DE 2011. Dispõe sobre a vedação para ocupar cargos ou funções de Secretários Municipais, Ordenadores de Despesas, Diretores de Empresas Municipais, Sociedades de Economia Mista, Fundações e Autarquias do Município, e dá outras providências. (Autor: Júlio Cesar Pereira de Souza - Vereador - DEM) O Prefeito Municipal de São Carlos faz saber que a Câmara Municipal de São Carlos aprovou e ele sanciona e promulga a seguinte Lei: Art. 1º Ficam vedados de ocupar cargos ou funções de Secretários Municipais, Ordenadores de Despesas, Diretores de Empresas Municipais, Sociedade de Economia Mista, Fundações e Autarquias Municipais os que estiverem incluídos nas seguintes hipóteses que visam proteger a probidade e a moralidade administrativas: I - os agentes políticos que perderem seus cargos eletivos por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual ou da Lei Orgânica do Município, no período remanescente e nos 8 (oito) anos subseqüentes ao término do mandato para a qual tenham sido eleitos; II - os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da decisão; III - os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso, do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena, pelos crimes de: a) contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público; b) contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na Lei que regula a falência; c) contra o meio ambiente e a saúde pública; d) eleitorais, para os quais a Lei comine pena privativa de liberdade; e) de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública; f) de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; g) de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo e hediondos; h) de redução à condição análoga à de escravo; i) contra a vida e a dignidade sexual; e j) praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando; IV - os que forem declarados indignos do oficialato, ou com ele incompatíveis, pelo prazo de 8 (oito) anos; V- os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da decisão; VI - os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico ou político, que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da decisão; VII - os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da eleição; VIII - os agentes políticos que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Município, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da renúncia; IX - os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena; X - os que forem excluídos do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional, pelo prazo de 8 (oito) anos, salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário; XI - os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, em razão de terem desfeito ou simulado desfazer vínculo conjugal ou de união estável para evitar caracterização de inelegibilidade, pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão que reconhecer a fraude; XII - os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de 8 (oito) anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário; XIII - a pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas por ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão; XIV - os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória, que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar, pelo prazo de 8 (oito) anos. Parágrafo único. A vedação prevista no inciso III, alínea “a”, deste artigo, não se aplica aos crimes culposos, àqueles definidos em Lei como de menor potencial ofensivo, nem aos crimes de ação penal privada, bem como àqueles que não tiveram enriquecimento ilícito com o ato administrativo praticado. Art. 2º Ficam vedadas de ocupar os cargos em comissão da Câmara Municipal, incluídos os de assessor parlamentar e de assessor parlamentar de gabinete, todas as pessoas que estiverem incluídas nas situações previstas nos incisos do art. 1º desta Lei. Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. São Carlos, 4 de maio de 2011. (a) EDSON ANTONIO FERMIANO Presidente (a) JÚLIO CESAR PEREIRA DE SOUZA 1º Secretário

quinta-feira, 30 de junho de 2011

RECEBI E REPASSO POIS DE FATO É ALARMANTE E ABSURDO O FATO DESCRITO PELO EMPRESÁRIO. NÃO É NECESSÁRIO ACESSAR O LINK INDICADO, POIS A REPORTAGEM ESTÁ NA ÍNTEGRA ABAIXO. É VERDADEIRA E PUBLICADA NA REVISTA EXAME DA ABRIL. POR FAVOR LEIAM, REPASSEM E VEJAM SE TEM CABIMENTO UM FATO COMO ESTE. Abraços. Maurício Desabafo de um empresário de São Leopoldo (RS) ESSA MERECE SER COLOCADA NA FRENTE DE UM VENTILADOR PARA SER ESPALHADA POR ESTE NOSSO BRASIL! Se preferirem acessem o Link: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0619/noticias/sou-um-fora-da-lei-m0049688 É lamentável e assustadora a entrevista, mas infelizmente é verdade ... São Leopoldo tem um dos menores índices de analfabetismo e de mendicância do país, talvez por causa de homens como este! SILVINO GEREMIA É EMPRESÁRIO DE SÃO LEOPOLDO - Rio Grande do Sul. Eis o seu desabafo, publicado na revista EXAME: "Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam e fazem este país: investir em Educação é contra a lei . Vocês não acreditam? Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa. Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá. Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo. Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico. Este ano, um fiscal do INSS visitou a nossa empresa e entendeu que Educação é Salário Indireto. Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS. Tenho que pagar 26 mil reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários? Eu honestamente acho que não. Por isso recorri à Justiça. Não é pelo valor em si , é porque acho essa tributação um atentado. Estou revoltado. Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1000 vezes. O Estado brasileiro está completamente falido. Mais da metade das crianças que iniciam a 1ª série não conclui o ciclo básico. A Constituição diz que educação é direito do cidadão e um dever do Estado. E quem é o Estado? Somos todos nós. Se a União não tem recursos e eu tenho, acho que devo pagar a escola dos meus funcionários. Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado. Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz. Se essa moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar.. Não temos mais tempo a perder. As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas. A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos. Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz. E vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum. Eu Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo. Somente consegui completar o 1º grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica. Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo. Eu precisava fazer minha empresa crescer. Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar. Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo. A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade. O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais. Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe.. Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça. Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer... E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade. O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na nossa Empresa Geremia. No mínimo, ele trabalhará mais feliz. Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz. Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados. Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado Duas Mercedes. Teria mandado dinheiro para fora do País e não estaria me incomodando com essas leis absurdas . Mas infelizmente não consigo fazer isso. Eu sou um teimoso. No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta. Quem vai fazer no seu lugar? Até agora, tem sido a iniciativa privada. Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o mesmo tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado. As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais. Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários. Não é o meu objetivo. Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso: as pessoas. Eu sou mesmo teimoso!... Não tem jeito... "No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes. Na educação é o 85º e ninguém reclama..." salário de 344 professores que ensinam = ao de 1 parlamentar que . . . Repasso com solidária revolta!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Pronto Falei!!!

#PRONTOFALEI !!! Ninguém é bobo, nem as crianças de hoje nascem com olhos fechados. Cosmópolis precisa mudar a mentalidade e a forma de enxergar certas coisas, coronelato não se admite mais. O regime vigente nesta cidade é a ditadura, velada, silenciosa, presunçosa e que só perde a maioria em detrimento de uma minoria. Um caso que merece atenção difícil de ser abordado e impopular mas que nossos vereadores deveriam olhar de perto e aprofundar melhor é a situação das radios “comunitária” O que é uma rádio comunitária? O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localidada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida Leia mais: http://www.te1.com.br/2010/06/o-que-e-uma-radio-comunitaria/#ixzz1IBcVj1H8 Como deve ser a programação de uma rádio comunitária? A programação diária de uma rádio comunitária deve conter informação, lazer, manifestações culturais, artísticas, folclóricas e tudo aquilo que possa contribuir para o desenvolvimento da comunidade, sem discriminação de raça, religião, sexo, convicções político-partidárias e condições sociais. A programação deve respeitar sempre os valores éticos e sociais da pessoa e da família, prestar serviços de utilidade pública e contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas. Além disso, qualquer cidadão da comunidade beneficiada terá o direito de emitir opiniões sobre quaisquer assuntos abordados na programação da emissora, bem como manifestar idéias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações. Como deve ser a publicidade nas rádios comunitárias? As prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária podem transmitir patrocínio sob a forma de apoio cultural, desde que restritos aos estabelecimentos situados na área da comunidade atendida. Entende-se por apoio cultural o pagamento dos custos relativos à transmissão da programação ou de um programa específico, sendo permitida, por parte da emissora que recebe o apoio, apenas veicular mensagens institucionais da entidade apoiadora, sem qualquer menção aos seus produtos ou serviços. O que não pode ser transmitido por uma rádio comunitária? É proibido a uma rádio comunitária utilizar a programação de qualquer outra emissora simultaneamente, a não ser quando houver expressa determinação do Governo Federal. Não poderá ela, também, em hipótese alguma: veicular qualquer tipo de defesa de doutrinas, idéias ou sistemas sectários; e inserir propaganda comercial, a não ser sob a forma de apoio cultural, de estabelecimentos localizados na sua área de cobertura. As emissoras lógico precisam de recursos financeiros, isso é indiscutível. Entretanto, o que se vê é uma tendência imposta promotora da 'verdade' de apenas um determinado pensamento político. O embate, debate, propostas e proposições são menos fomentados. Uma ainda é mais aberta, outra é quase restrita. Mas ainda perdura aquela ideia de não chamar esse jornalista ou aquele político. Roberto Marinho, Silvio Santos, Bispo Macedo, Almicare Dallevo, Carlos Massa (Ratinho) todos têm suas emissoras comerciais e fazem o que bem entendem delas, e fazem bem feito. Apesar de disputa políticas e ideologias diferentes ainda assim permitem o contraditório. A presidente Dilma Rousseff afirmou que "prefere a falação da imprensa, do que o silêncio da ditadura". Por que, em COSMÓPOLIS, as emissoras educativas optam pelo contrário? Quem ganha e quantos perdem? A dinâmica dos recursos públicos e políticas públicas precisam ser confrontadas com a realidade e o contraditório, propostas e projetos culturais estão acima de vaidades políticas e a rádio comunitária ou a televisão educativa seria o melhor instrumento para levar conhecimento e massa crítica ao nosso povo. O ministro Paulo Bernardo é linha dura, prometeu rever todas concessões e os canais que estão em operação, mas o país não tem condições de fiscalizar tudo. Não cabe a sociedade esperar por Brasília, resta mobilizar e enxergar que apesar de diferentes pensamentos, temos o interesse numa cidade melhor.
O meu ideal político é a democracia, para que todo o homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado. Albert Einstein////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// ////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// Quero conhecer os pensamentos de Deus... O resto é detalhe Albert Einstein
Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela. Albert Einstein

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O que sei é que até há pouco tempo eu não sabia dizer quem eu era. Agora? Sei menos ainda. Não sei quem sou nem o que sou, pois o que pensava que era não é o que sou. Estou me desintoxicando do que era para ser o que sou. Não compreendo ainda quem sou, mas estou à procura de mim. Tá entendendo? Ufa! Que maravilha! Pensei que só eu não entendia. Augusto Cury
Normais levantam, reclamam, vestem, irritam-se, xingam e cumprimentam sempre da mesma forma. Dão as mesmas respostas para os mesmos problemas. Tem o mesmo humor no serviço e em casa. Petrificam sorrisos no rosto, dão presentes sempre nas mesmas datas. Enfin, tem uma vida estafante e previsível. Fonte para vazios e enfados. Normais não surpreendem, não encantam. Deus, livra-me dos normais. Augusto Cury
Quem dera que as pessoas, independentemente de suas religiões e crenças, fossem seres humanos sem fronteiras, sempre expondo, e não impondo, as suas idéias. A imposição das idéias, sejam elas religiosas, políticas ou científicas, sempre foi um câncer que corrói nossa espécie e destrói a liberdade. Jesus divulgava seus pensamentos claramente, mas convidando: "QUEM TEM SEDE VENHA A MIM E BEBA". Era um ato voluntário." - Os segredos do Pai Nosso. Augusto Cury
Olá amigo (a), bom dia! Por aqui continuam as reflexões (um pouco longas infelizmente), e o convite para que te juntes, mas já sabes, se não estás com vontade, deleta agora, não percas tempo a ler. Não fiques chateado(a) com e-mails estranhos, deleta e não penses mais nisso... Aproveita o dia e sorri, existe magia por todo o lado! Aaaaiiii!!! Tão ocupado (a) que andas... Tão cheio (a) de preocupações... Tanta correria, a vida é uma correria. Tanto trabalho, tantas responsabilidades, tantas pessoas que dependem de ti, tanta dedicação, tantos planos, tanto sofrimento, e ninguém reconhece o teu esforço... Como é difícil! Sempre tão ocupado (a), sempre tão estressado (a)... Nem vês o dia passar, quando percebes, já é noite outra vez! Sempre tantas exigências de tantos lados, todos pedem e ninguém dá! Mas a vida é assim, se queremos alguma coisa, temos de trabalhar por isso! Temos que nos esforçar para concretizar os nossos sonhos, sem esforço nada acontece. Se não trabalhares, quem paga as contas? Como vão comer os que dependem de ti? Onde vão viver? Um dia, se fores bastante trabalhador, se fores esperto, se ganhares a mega-sena, ou uma combinação de todas, nesse dia quem sabe tudo será como gostarias que fosse! Nessa altura de certeza que terás todo o reconhecimento que buscas, nessa altura, de certeza que te vais sentir bem contigo mesmo, de certeza que não vais ter mais medos, terás todas as coisas que desejas, afinal de contas, até na espiritualidade se diz que podes ter tudo aquilo que desejas, basta usar o poder da mente... Para ti que possivelmente não sabias, sim é verdade, dizem que se desenvolveres bem o poder da mente, poderás fazer da tua vida o que quiseres, poderás materializar os teus sonhos, poderás ter sucesso, muito dinheiro, vê bem que poderás até ter o teu próprio negócio, e muito bem sucedido por sinal. Então talvez seja melhor, iniciares a prática da meditação, ou então, caso já tenhas uma prática, poderás juntar na lista de desejos, além do relax claro, também o sucesso e a fortuna, porque não... não se pode ser pobre a pedir...Afinal, quem pouco pede, pouco recebe! Ehehehehe... Quanta bobagem... ...recomeçando a desconstruir... Tenho algumas notícias para te dar, lamento, mas alguém tem de o fazer... Quando “cá” chegaste, o mundo por sinal já cá estava, pelo menos é o que dizem os historiadores. Dizem, pois eu cá não sei de nada, que há provas validadas cientificamente que o planeta existe há cerca de 4,5 bilhões de anos, comparativamente ao que conheces da tua existência, parece-me que não tem qualquer expressão, e por sinal tudo acontecia na mesma. Eu sei que é incrível, que é difícil de acreditar, mas tudo funcionava sem ti! Desculpa ser eu o portador destas notícias, mas é o que sugerem as evidências. E pior, se funcionavam antes de ti, é bem provável que continuem a funcionar sem ti... Sabes amigo, tanta ironia nestas palavras, apenas para que possas, por um momento abrir uma janelinha nesse teu mundo que te oprime, e quem sabe vislumbrar um pouco mais além. Não estás cansado (a)? Não te apetecia largar tudo já faz bastante tempo? No entanto continuas aí...assim... Como, e onde é que tudo começou? Será que o mundo tem alguma importância além daquela que lhe atribuis? Será que o teu sofrimento tem identidade própria, ou é apenas fruto do que “decides” acreditar? O teu trabalho tem dado os frutos que tanto buscas? E quando vislumbras o cenário perfeito, o que acontece a seguir? Para que é que isso serve realmente? Um dos poderes que te mantém entretido, é o poder da envolvência, como uma aranha que tece uma teia... ficas envolto(a) em meio de tanta perplexidade, de tanta urgência, de tantas cobranças, e não entendes, não tens como... Será que não mesmo? Podemos analisar de duas formas: 1- Se existe a morte, ou seja, o término da vida tal como é conhecida, para sempre, então para quê tanto esforço, em construir, o que não se poderá possuir; para quê tanto esforço em conquistar quem não vai perdurar; para quê deixar uma marca no mundo, se quem deixa a marca nunca vai estar cá para ver. Para quê ser otimista se estás fadado a morrer?! Se a morte existe, então tudo está ao acaso, e desta forma para quê te preocupares no meio de tantas improbabilidades, sendo que o FINAL é inevitável? 2- Se não existe a morte, ou seja, que a vida continua depois da morte do corpo, então, para quê tanto esforço, em construir algo que não vais possuir, se no final da “jornada” deixas tudo, e vais para outro plano começar de novo; para quê tanta preocupação com algo que é apenas transitório, e que dura apenas um momento?! Se não existe morte, e se este é um mundo transitório, o que será então a realidade? Se tens livre arbítrio, porque razão não escolhes ser feliz agora? Se não existe livre arbítrio, porque sofres perante o inevitável? Então o que fazer? Fazer para quê, e porquê? Para ser feliz! O que é a felicidade, e para que serve? O mundo que reconheces, não é o que aparenta ser, mas enquanto não tiveres a coragem de questionar a sério, vais continuar assim. Poderás até conquistar as coisas que tanto querias, mas isso jamais vai trazer paz, se não acreditas, olha para trás para o que já conquistaste... Estás convencido de muitas, infinitas coisas, que te prendem a uma “realidade” que mostra a sua natureza, simplesmente para que a reconheças, para que te reconheças, e busques o que é realmente importante. Observa bem à tua volta: o sol aparentemente nasce, e aparentemente se põe no horizonte, e assim é neste e nos outros mundos, apenas um movimento aparente, onde nada realmente acontece, e o que aparenta acontecer, tem uma sincronia perfeita. Será que depois de entenderes tudo o que há a ser entendido, aí sim poderás ser feliz? Ehehehe, não sei quem te falou essa da felicidade, o estado a ser atingido, mas enganou-te...não é assim, nada do que possas acrescentar trará felicidade, mas, ao retirares tudo, aí sim, felicidade, plenitude. Não percas tempo, ou então perde, é indiferente, tudo está bem! Mas essas ideias que o mundo depende de ti, que as pessoas dependem de ti, que podes fazer a diferença, é apenas uma ideia preciosa, que aparentemente te traz importância, propósito, mas não é nada assim. Quando morreres os que aparentemente dependiam de ti, que te amavam, ou se tornam independentes, ou encontram outro em quem se encostar. Quando souberes quem És realmente, saberás quem são os outros, e quem provê realmente! Até lá continuarás no doce embalo da ilusão, envolto na teia da auto importância, assolado de pensamentos, sentimentos, sensações, em que acreditas e te dão o feedback de um mundo que nem sequer existe, mas que te prende e sufoca lentamente, com a doce promessa da felicidade. Liberta-te das tuas crenças, e encontrarás a Paz. A segunda é o resultado imediato da primeira! O que é que andas a tentar fazer, e para quê? Quem És? Em Serenidade, Satyavan www.yogas.com.br
A VIDA É COMO JOGAR UMA BOLA NA PAREDE. SE FOR JOGADA UMA BOLA AZUL, ELA VOLTARÁ AZUL; SE FOR JOGADA UMA BOLA VERDE, ELA VOLTARÁ VERDE; SE A BOLA FOR JOGADA FRACA, ELA VOLTARÁ FRACA; SE A BOLA FOR JOGADA COM FORÇA, ELA VOLTARÁ COM FORÇA. POR ISSO, NUNCA "JOGUE UMA BOLA NA VIDA”, DE FORMA QUE VOCÊ NÃO ESTEJA PRONTO A RECEBÊ-LA.A VIDA NÃO DÁ NEM EMPRESTA; NÃO SE COMOVE NEM SE APIEDA. TUDO QUANTO ELA FAZ É RETRIBUIR E TRANSFERIR AQUILO QUE NÓS LHE OFERECEMOS. *ALBERT EISTEIN*

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Que o “Mestre dos Mestres” lhe ensine que nas falhas e lágrimas se esculpe a sabedoria. Que o “Mestre da Sensibilidade” lhe ensine a contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção. Que o “Mestre da Vida” lhe ensine a não ter medo de viver e a superar os momentos mais difíceis da sua história. Que o “Mestre do Amor” lhe ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência. Que o “Mestre Inesquecível” lhe ensine que os fracos julgam e desistem, enquanto os fortes compreendem e têm esperança. Não somos perfeitos. Decepções, frustrações e perdas sempre acontecerão. Mas Deus é o artesão do espírito e da alma humana. Não tenha medo. Depois da mais longa noite surgirá o mais belo amanhecer. Espere-o. Augusto Cury
Dar a outra face é um símbolo de maturidade e força interior. Não se refere à face física, mas à psíquica. Dar a outra face é procurar fazer o bem para quem nos decepciona, é ter elegância para elogiar quem nos difama, altruísmo para ser gentil com quem nos aborrece. É sair silenciosamente e sem estardalhaço da linha de fogo dos que nos agridem. Dar a outra face previne homicídios, traumas, cicatrizes impagáveis. Os fracos se vingam, os fortes se protegem. Livro O vendedor de sonhos Augusto Cury
Infelizmente o Deus estudado pela teologia não corresponde ao Deus interpretado pela psicologia e filosofia. Jesus apresentou um Deus que não condena, não faz guerras para impor sua vontade, não agrede, não discrimina, mas um Deus generoso, afetivo, sereno. Você discrimina prostitutas? Ele as abraça. Você rejeita drogados? Ele os ama. VocÊ dá as costas a muçulmanos ou budistas por não serem cristãos? Ele é deslumbrado por eles. Não importa a opção sexual, a religião, a cultura a nacionalidade. Jesus nos apresentou um pai preocupadíssimo com cada ser humano. Augusto Cury
" Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendi um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas idéias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência. Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade. Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer. Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível" Augusto Cury
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Augusto Cury
Show da língua portuguesa! Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta./////////// Escreveu assim: "Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres."//////////////////////////////// Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes. //////////////////////////////////1) A irmã fez a seguinte pontuação: Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. /////////////////////////////////2) O sobrinho chegou em seguida. Pontuou assim o escrito: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres /////////////////////////////////3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. /////////////////////////////////4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres. ///////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// Moral da história: "A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Somos nós que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença!"

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Capitão de Industria Os Paralamas do Sucesso Eu às vezes fico a pensar Em outra vida ou lugar Estou cansado demais Eu não tenho tempo de ter O tempo livre de ser De nada ter que fazer É quando eu me encontro perdido Nas coisas que eu criei E eu não sei Eu não vejo além da fumaça que passa e E polui o ar Eu as vezes penso em fugir e quero até desistir Deixando tudo pra trás É que eu me encontro perdido,sofrido dentro das coisas que eu criei Eu não tenho tempo de ter O tempo livre de ser De nada ter que fazer Eu às vezes fico a pensar Em outra vida ou lugar Estou cansado demais Eu não tenho tempo de ter O tempo livre de ser De nada ter que fazer É quando eu me encontro perdido Nas coisas que eu criei E eu não sei... Eu não vejo além da fumaça que passa e polui o ar

sábado, 28 de maio de 2011

Desde pequeno eu via coisas estranhas na TV... * O Tarzan corria pelado... * Cinderela chegava em casa meia noite... * Aladim era ladrão... * Batman dirigia a 320 km/h... * Pinóquio mentia... * Bela Adormecida era uma vagaba... * Salsicha (Scooby-Do) tinha voz de maconheiro, via fantasma e conversava com o cachorro... * Zé Colméia e Catatau eram cleptomaníacos e roubavam cestas de pic-nic... * Branca de Neve morava na boa com 7 homens (pequenos)... * Olívia Palito tinha bulimia; * Popeye fumava um matinho suspeito!!! * Pac Man corria em uma sala escura com musica eletrônica comendo pílulas que o deixam ligadão; * Super Homem locão, colocava cueca por cima da calça; * A Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão; Vejam os exemplos que eu tive! Tarde demais! Agora pedem pra eu me comportar?

domingo, 22 de maio de 2011

Secretário do Planejamento acusa Vereadores de TRAFICANTES.

Renato Trevenzolli, cobrou um esclarecimento do Secretário de Planejamento da Prefeitura Municipal Laerte Hernandes Vasconcelos Jr, que teria dito em uma "roda de amigos" na porta da Câmara Municipal durante a sessão que, o requerimento (do vereador Renato) cobrando informações sobre o sistema de monitoramento de câmeras da cidade, era requerimento de 'T R A F I C A N T E". O requerimento em questão, foi aprovado por unanimidade de todos os vereadores. Segundo Renato, indiretamente todos os demais vereadores também receberam tal acusação pelo fato de terem assinado e aprovado o referido.

Comentário no blog da Ong Aquárius

Anonymous has left a new comment on your post "COSMÓPOLIS/SP: HOSPITAL SANTA GERTRUDES NÃO PARA D...": Adivinha qual construtora está fazendo o novo centro de imagens do hospital???? Stahl e Claro!!!! OU melhor...clarooo que é Stahl, do irmao da Maura, tambe dono da cemetra, que tambem é a empresa responsavel pela saude dos funcionarios, que tambem é do dr michelangelo, que por acaso é o medico do trabalho e tambem diretor clinico e que tambem, tem uma psicologaaaa, a cunhada da mauraaaaaaaaa..kkkkk ah gente daqui a pouco ate a mae da maura vai ta trabalhando la...... Tao enfiando a mao no dinheiro publico...Abre o olho populaçao!!!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Eu nunca quis ser “certinha”, nunca fui exemplo para ninguém. Eu sei que não sou normal, não tenho aceitado normas nem regras. Não gostava de ajudar minha mãe nos serviços domésticos, nem me calava quando ela me mandava “calar a boca”. Quando ela vinha me bater... não ficava esperando não.Corria quem nem louca e subia em cima das árvores,ficava lá até ela desistir.Lutava pela minha liberdade com unhas e dentes,literalmente falando, era uma rebelde , mas com causa. Tinha essa não de desistir fácil das coisas que queria, nunca fui o que esperavam, nem quis ser. Meu ideal de independência me colocou acima de todas as imposições .Eu nunca quis ser a filha perfeita, nem a amiga perfeita,nem a irmã perfeita,nem a esposa perfeita, sempre bati de frente com tudo e com todos,sempre fui errante.Continuo errante.Lei é Lei,foram feitas para ser cumpridas,regras são apenas regras , não preciso cumpri-las foram feitas para ser quebradas, tem essa não...ninguém vai morrer a minha morte,caí várias vezes , ninguém veio me levantar,ninguém deu uma “mãozinha não”,depois vem me criticar?Estão perdendo tempo, não mereço tanto empenho. Cuidem dos seus problemas.Dos meus a matemática cuida.Só vou dar um toque,é só vocês acharem o valor do xissssssssss.Eu sei quanto vale o meu xi$$$$$$$$$$$$$.Perde tempo comigo não,se você fala de mim pelas minhas costas é sinal que estou na sua frente.Então corra tente me alcançar, eu sei que você pode.Valorize-se!!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Problemas familiares? Compre o adesivo da "família feliz" e cole no seu carro... Não sei se resolve, mas o importante é enganar os outros.
Sabe aquela hora em que da vontade de arrumar seu quarto... eu também não!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Cachorro e Sua Sombra

Um cachorro, que carregava na boca um pedaço de carne, ao cruzar uma ponte sobre um riacho, vê sua imagem refletida na água. Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu. xxxx Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o animal refletido na água, para tomar a porção de carne que julga ser maior que a sua. xxxx Agindo assim ele perdeu a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe. Autor: Esopo Moral da História: É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo duvidoso.

Um gato e uma Raposa

Certa vez, um Gato e uma Raposa resolveram viajar juntos. Ao longo do caminho, enquanto caçavam para se manter, um rato aqui, uma galinha ali, entre uma mordida e outra, conversavam sobre as coisas da vida. E, como sempre acontece entre companheiros, especialmente numa longa jornada, a conversa entre eles logo se torna uma espécie de disputa de Egos. E os ânimos se exaltam quando cada um trata de promover e defender suas qualidade pessoais. Pergunta então a Raposa ao Gato: "Acho que você se acha muito esperto não? Você deve até achar que sabe mais do que eu. Sim, porque eu conheço tantos truques que nem sou capaz de contá-los!" "Bem," retruca o Gato, "Admito que conheço apenas um truque, mas este, deve valer mais que todos os seus!" Nesse momento, eles escutam, ali perto, o apito de um caçador e sua matilha de cães que se aproximam. O Gato deu um salto e subiu na árvore se ocultando entre as folhas. "Este é meu truque," ele disse à Raposa. "Agora deixe-me ver do que você é capaz." Mas, a Raposa tinha tantos planos para escapar que não sabia qual deles escolher. Ela correu para um lado e outro, e os cachorros em seu encalço. Ela duplicou suas pegadas tentando despistá-los; ela aumentou sua velocidade, se escondeu em dezenas de tocas, mas foi tudo em vão. Logo ela foi alcançada pelo cães, e então, toda sua arrogância e truques se mostraram inúteis. Moral: O Bom senso é sempre mais valoroso que a astúcia.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

10 MANDAMENTOS PARA SER UM ÓTIMO PREFEITO

1-"limpar" a prefeitura no primeiro dia de mandato.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 2- mandar fazer uma auditoria em todos os atos da administração anterior.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 3- colocar gente honesta e competente nos cargos de responsabilidade, se possível sem vínculo político.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 4- tornar as contas e atos da administração transparentes.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 5- cancelar o concurso público sob suspeita.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 6- não ceder a políticos mal preparados e dar emprego para cupinchas deles a fim de promover a justiça salarial entre o funcionalismo municipal, onde 10% ganha salário de 1º mundo e 90% de 3º mundo.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 7- parar de nomear apaniguados para comporem os Conselhos Municipais.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 8- não dar sequência a contratos milionários que são contestados judicialmente ou pelo tribunal de contas, a fim de poupar que o patrimônio do Município transferido para particulares.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 9- dar o exemplo pessoal como autoridade do Município, ou seja, não beber, não ser mentiroso, não ser promíscuo, respeitar a família sob todos os aspectos, não ser desonesto e achar que ninguém vai ficar sabendo dos trambiques, não fazer acertos em detrimento do Município, não pagar veículos de comunicação para se livrar de críticas, enfim, que seja um homem ou mulher de verdade. Que a dignidade seja o caminho escolhido.$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ 10-Cumprir e fazer cumprir as Leis.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A descoberta do Brasil no Mais Você

Mais Você revelou curiosidades sobre o descobrimento do Brasil Hoje, sexta-feira, dia 22 de abril, comemora-se o descobrimento do Brasil. Para falar sobre curiosidades do contexto mundial na época do descobrimento do nosso país, o Mais Você convidou o historiador Milton Teixeira, que revelou curiosidades sobre o período. O repórter Felipe Suhre foi às ruas para saber o que o povo fala sobre o descobrimento do país. Ele se fantasiou de Pedro Álvares Cabral para animar o público. Na entrevista, ele ouviu diferentes tipos de respostas, mas uma delas ficou evidente: pouca gente sabe a real história do Brasil. “Foi em 22 de abril de 1500 que chegava ao Brasil a expedição portuguesa liderada por Pedro Álvares Cabral e o nosso país foi então oficialmente descoberto. A história do Brasil é muito interessante, mas o nosso país é só um menino de 511 anos, comparado com a Europa, que já estava cansada de existir, no ano de 1500”, destacou Ana Maria, ao anunciar o debate. Ela também provocou o público em relação ao conhecimento sobre a data. Em seguida, a apresentadora ressaltou: “O que aconteceu depois que Cabral chegou aqui todo mundo sabe, mas o que estava acontecendo na Europa antes disso é uma história muito interessante também. A gente voltou um pouquinho no tempo pra ver como vivia o velho mundo na época das navegações”. Com o historiador Milton Teixeira, a apresentadora conversou sobre os acontecimentos que rondavam o mundo em meados de 1500. O especialista revelou curiosidades e surpresas ocultas na nossa história. “Nós temos uma visão muito romântica do passado, no século XVI a vida era muito sofrida”, destacou Milton. Para a surpresa da apresentadora, o historiador disparou: “Cabral não se chamava Cabral, o nome dele era Gouveia, Pero Álvares Gouveia, ele só passou a usar Cabral depois”. Em seguida, Milton brincou: “O túmulo de Cabral foi esquecido, ele só foi encontrado por um brasileiro em 1989, Quer dizer, Cabral descobriu o Brasil e um brasileiro descobriu o Cabral”, brincou Milton. Como dicas para a informação do povo brasileiro, o professor destacou: “Nos últimos 10 anos têm saído muitos livros sobre o descobrimento e, cada vez se encontram mais documentos, mais revelações. Eu sugiro que esses livros fossem mais usados”, comentou. Sobre a reação dos índios quando os portugueses chegaram ao nosso país, Milton Teixeira explicou: “O índio não matava um homem desarmado. Não matava crianças, não matava idosos, não matava covardemente. Eles tinham uma ética para atacar”. Quando questionado sobre como seria o Brasil, se não fosse colonizado por Portugal, o especialista enfatizou: “Nós seriamos um povo muito menos alegre. Os portugueses conseguiram fazer uma colonização positiva. A capacidade deles de se adaptar e de aceitar esse novo mundo foi muito boa. O Brasil era uma terra maravilhosa e Portugal, na época, era uma terra falida, e eles souberam cuidar daqui”, finalizou o professor. Dados sobre o descobrimento: Em 1500, quando o Brasil entrou no mapa, a Europa já acumulava séculos de história, lutas e conquistas. O ano do descobrimento finalizava o século 15, num clima de grandes transformações para a humanidade. A América de Colombo já tinha sido descoberta. Neste movimentado século, Portugal e Espanha disputavam quem tinha mais poder. com a modernização das embarcações e armas cada vez mais sofisticadas, os dois reinos chegaram longe na arte de desbravar novas terras. Enquanto o Brasil era só um imenso território coberto por matas e habitado por tribos indígenas, A Europa fervilhava. Com quase cinquenta universidades, fundadas a partir do século onze, o continente europeu era definitivamente o centro intelectual do mundo. A criatividade de artistas, escritores, cientistas e inventores que surgiram na época, deu vida à paisagem monótona da idade média e mudou a cara do mundo. No ano de 1453, no entanto... a pimenta acabou...e aí é que a história do descobrimento começa. No inverno, os rebanhos eram abatidos e toda a carne tinha que ser conservada em pimenta, para durar mais. A principal rota terrestre do comércio que abastecia a Europa era Constantinopla, onde hoje fica Istambul, na Turquia. Através dela, a pimenta, assim como o cravo, a canela, a noz moscada e outras especiarias, vinham da índia. Mas os turcos tomaram Constantinopla e fecharam a tal rota. com as especiarias mais caras e escassas, os portugueses tiveram que inventar um jeito de chegar às índias pelo mar. e assim, Vasco da Gama chegou lá, contornando a áfrica... Mas por um caminho comprido e muito turbulento. Inspirado nessa expedição de sucesso, o rei de Portugal, Dom Manuel Primeiro, deu a Pedro Álvares Cabral a missão de comandar uma segunda aventura em busca de especiarias. mas a idéia era encurtar o caminho e evitar as tormentas. E foi nesse novo caminho percorrido por Cabral, que o Brasil foi descoberto. Não foi o acaso que levou as 13 embarcações do almirante português ao litoral baiano, em 22 de abril de 1500. As terras já tinham sido avistadas por navegadores espanhóis e portugueses anos antes. O litoral do então desconhecido Brasil seria apenas uma parada para abastecimento, Antes de Cabral seguir viagem para o oriente. Mas o que os desbravadores viram quando chegaram à praia, hoje Porto Seguro, na Bahia, não era uma ilha perdida no oceano atlântico. Era uma terra linda, rica e de um tamanho que não tinha mais fim. Cabral desembarcou maravilhado... Pero Vaz de Caminha documentou tudo em carta escrita ao rei.

terça-feira, 12 de abril de 2011

shampoo ou xampu???

shampoo ou xampu? shampoo é forma inglesa.Perdeu terreno para a forma aportuguesada e registrada pelos dicionários: xampu

domingo, 10 de abril de 2011

O valor da vírgulha ( ,)


O valor da vírgulha ( ,)

Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa)

A Vírgula

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.

Não, espere.
Não espere...

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência! Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.


Detalhes Adicionais: SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA. * Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...
"SE A CLASSE POLÍTICA E JUDICIÁRIA SOUBESSE A FORÇA QUE TEM O POVO SERIA MAIS PRUDENTE NOS SEUS ATOS.

" Os políticos e juízes que conhecemos colocariam a vírgula depois de Tem. Já a população consciente certamente colocaria uma vírgula depois de Povo. E melhor, o povo colocaria um Ponto FInal nesta Roda Viva de desmandos institucionais.

sábado, 9 de abril de 2011

(Luiz A. Gasparetto texto do livro Um dedinho de prosa.): Briga de energia . Por que você espera t...

Briga de energia
.
Por que você espera tanto dos outros? Por que dá tanta importância para o que eles dizem? Não ligue. As pessoas fecham a cara hoje e, amanhã, abrem.
Toda vez que você recebe uma ofensa, o ofensor se sente vitorioso. Toda vez que você rejeita uma ofensa, a energia volta para a pessoa que a ofendeu. Ela sofre o impacto da própia energia, se arrepende do que fez e, então, muda.
A única maneira de se defender nesse mundo é não aceitar nenhum desaforo. A pessoa fez desaforo? Não estou nem ligando. Me fez mal? Pode fazer. Me quis mal? Pode querer. Assim, a gente vai deixando todo o mal lá fora, não aceita nada e não entra nada. O que acontece?
A energia volta para a pessoa. E, dai a pouco, ela vai se sentir culpada. Então, se arrepende do que fez e vai pedir desculpas. Mas se a pessoa é rude e indelicada e a gente se magoa com aquilo, guarda aquela energia, ela se sente vitoriosa. Na verdade, ela não está querendo ofender, mas exercer seu poder de se
sentir superior. Olha para você como inferior a ela, porque você se põe de inferior.
E por que você se sente inferior? Porque você é uma lata de lixo que pega toda a porcaria que os outros mandam. Leva a sério tudo quanto é desaforo, tudo quanto é besteira. Mas se você não pega, dá de ombros e diz:
- É a pessoa que está criando essa energia ruim de antipatia e não vou pegar. Vai ter que engolir o que ela mesma está criando.
Aí, minha filha, tudo muda. Estou ensinando como se defender da briga de energia, do jogo do poder. Se você ganhar, tem que ser mais forte que o outro. Senão, você vai perder...
Calunga (Luiz A. Gasparetto texto do livro Um dedinho de prosa.)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

#PRONTOFALEI !!!

      Ninguém é bobo, nem as crianças de hoje nascem com olhos fechados. Cosmópolis precisa mudar a mentalidade e a forma de enxergar certas coisas, coronelato não se admite mais. O regime vigente nesta cidade é a ditadura, velada, silenciosa, presunçosa e que só perde a maioria em detrimento de uma minoria. Um caso que merece atenção difícil de ser abordado e impopular mas que nossos vereadores deveriam olhar de perto e aprofundar melhor é a situação das rádios “comunitárias” O que é uma rádio comunitária? O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localidada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida Leia mais: http://www.te1.com.br/2010/06/o-que-e-uma-rádio-comunitaria/#ixzz1IBcVj1H8 Como deve ser a programação de uma rádio comunitária? A programação diária de uma rádio comunitária deve conter informação, lazer, manifestações culturais, artísticas, folclóricas e tudo aquilo que possa contribuir para o desenvolvimento da comunidade, sem discriminação de raça, religião, sexo, convicções político-partidárias e condições sociais. A programação deve respeitar sempre os valores éticos e sociais da pessoa e da família, prestar serviços de utilidade pública e contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas. Além disso, qualquer cidadão da comunidade beneficiada terá o direito de emitir opiniões sobre quaisquer assuntos abordados na programação da emissora, bem como manifestar idéias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações. Como deve ser a publicidade nas rádios comunitárias? As prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária podem transmitir patrocínio sob a forma de apoio cultural, desde que restritos aos estabelecimentos situados na área da comunidade atendida. Entende-se por apoio cultural o pagamento dos custos relativos à transmissão da programação ou de um programa específico, sendo permitida, por parte da emissora que recebe o apoio, apenas veicular mensagens institucionais da entidade apoiadora, sem qualquer menção aos seus produtos ou serviços. O que não pode ser transmitido por uma rádio comunitária? É proibido a uma rádio comunitária utilizar a programação de qualquer outra emissora simultaneamente, a não ser quando houver expressa determinação do Governo Federal. Não poderá ela, também, em hipótese alguma: veicular qualquer tipo de defesa de doutrinas, idéias ou sistemas sectários; e inserir propaganda comercial, a não ser sob a forma de apoio cultural, de estabelecimentos localizados na sua área de cobertura. As emissoras lógico precisam de recursos financeiros, isso é indiscutível. Entretanto, o que se vê é uma tendência imposta promotora da 'verdade' de apenas um determinado pensamento político. O embate, debate, propostas e proposições são menos fomentados. Uma ainda é mais aberta, outra é quase restrita. Mas ainda perdura aquela ideia de não chamar esse jornalista ou aquele político. Roberto Marinho, Silvio Santos, Bispo Macedo, Almicare Dallevo, Carlos Massa (Ratinho) todos têm suas emissoras comerciais e fazem o que bem entendem delas, e fazem bem feito. Apesar de disputa políticas e ideologias diferentes ainda assim permitem o contraditório. A presidente Dilma Rousseff afirmou que "prefere a falação da imprensa, do que o silêncio da ditadura". Por que, em COSMÓPOLIS, as emissoras educativas optam pelo contrário? Quem ganha e quantos perdem? A dinâmica dos recursos públicos e políticas públicas precisam ser confrontadas com a realidade e o contraditório, propostas e projetos culturais estão acima de vaidades políticas e a rádio comunitária ou a televisão educativa seria o melhor instrumento para levar conhecimento e massa crítica ao nosso povo. O ministro Paulo Bernardo é linha dura, prometeu rever todas concessões e os canais que estão em operação, mas o país não tem condições de fiscalizar tudo. Não cabe a sociedade esperar por Brasília, resta mobilizar e enxergar que apesar de diferentes pensamentos, temos o interesse numa cidade melhor.
O Papa é contra os gays,contra as feministas,contra a camisinha,contra transar antes do casamento e contra o rock.
Ou seja, quero ser católica, mas o papa não deixa.rsrsrsrs

Vamos colocar os pingos nos iiiiiii.......! Acho interessante para acabar com a polêmica de "Presidente ou Presidenta" A presidenta foi estudanta? Existe a palavra: PRESIDENTA?


Acho interessante para acabar com a polêmica de "Presidente ou Presidenta" A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".
Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".
Pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

CURIOSIDADES

Não entendo patavinas.&&&&&&& Os portugueses tinham enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua ou Padova. Daí que não entender patavinas significa: Não entende nada.&&&&&&&&&&&&&&&&& Dourar a pílula&&&&&&&&&&&&&&& Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas amargas em papel dourado para melhorar o aspecto de remedinho. A expressão dourar a pílula significa melhorar a aparência algo ruim.&&&&&&&&&&&&&&&& Conto do vigário&&&&&&&&&&&&&&& Duas igrejas de ouro preto receberam como presente uma única imagem e para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários apelaram à decisão de um burrico. Colocaram-no entre as duas paróquias e esperou o animalzinho caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a estátua. E o burrico caminhou direto para uma delas... Só que mais tarde descobriram que um dos vigários havia treinado o burrico. O conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&& Voto de minerva&&&&&&&&&&&&&&&&& Na mitologia grega, Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado de tê-la assassinado. No julgamento havia empate entre os jurados, cabendo à deusa da sabedoria, Minerva, o voto decisivo. O réu foi absorvido, e voto minerva é, portanto decisivo.

domingo, 3 de abril de 2011

Emoção não é defeito A emoção é sempre um somatório de diferentes emoções. Por Lousanne Arnoldi de Lucca A palavra emoção vem do latim e significa "mover-se em direção à", isto é, toda emoção é um impulso para a ação e, portanto, cada uma desempenha uma função única com um tipo de resposta para cada situação. Quando eu digo única, não significa pura, pois isso não existe. A emoção é sempre um somatório de diferentes emoções, uma associação que representa um estado emocional. Compreender as emoções e o que precisa ser compreendido nelas requer que estejamos atentos ao próprio processo em que elas ocorrem, sem julgarmos o que nele acontece, mas observando para podermos discernir com acuidade. Se partimos do pressuposto que algumas são boas e outras são ruins, já partimos de um preconceito e, portanto, teremos uma visão parcial. Sei que algumas emoções são muito doloridas e que não é bom cultivá-las, mas se elas estão se fazendo presentes é porque algo em mim precisa ser visto. É necessário que eu esteja atenta e aberta para poder examiná-las e poder perceber que tipo de ponto de vista ou perspectiva estou usando na percepção de algo para que sinta o que estou sentindo. Se, ao contrário, me dispuser ao combate apenas porque elas não deveriam estar lá porque não é "normal" ou não é "como seria certo eu ser", estarei numa postura estereotipada, vaidosa, de não querer que elas estejam apenas porque não são "ideais". Somos seres humanos (demasiadamente humanos, como diria Nietzsche), não podemos desprezar o que nos acontece em nome de um modelo ideal de ser, de uma fantasia de "autocontrole", ou mesmo de um equilíbrio que estamos longe de possuir. Essa fantasia ou ideal de ser nos propõe uma vida harmônica, sem tensão, sem conflitos, sem polaridade, e só é possível no mundo das ideias, não no mundo real. A enxurrada de livros de autoajuda em vez de dar aberturas para o nosso processo, para que possamos olhar sem medo o nosso interior, nos oferecem receitas e conselhos de como ser ideais no mundo de hoje.Vendem ideias prontas de como ser "o melhor" num mundo competitivo, o que muitas vezes me faz pensar que quem está comprando é o nosso ego. Já escrevi aqui que vida boa não é uma vida paradisíaca, e sim uma vida na qual aprendo a lidar com aquilo que surge em mim ou ao meu redor. É uma vida cheia de vitalidade e energia, lúcida dos próprios processos e não sem eles. Espiritualmente, uma vida da qual tudo faz parte e na qual aprendo a valorizar e escolher, a assumir compromisso e poder, na qual aprendo a hierarquizar meus valores, rever minhas crenças, reformular meus pontos de vista, na qual cresço em consciência. Temos sensações, sentimentos, emoções, pensamentos numa rede interligada, onde cada atividade se conecta a outra, formando uma estrutura psíquica; soma-se a isso a nossa personalidade, nossa filosofia de vida, nosso estado espiritual, nosso tempo, nossa cultura, nossa formação religiosa, nosso corpo, nossas particularidades, nosso país, a economia, a história, as relações familiares, nosso sistema neurológico, nosso sistema fisiológico,etc. Nada está separado! Isto tudo constitui o nosso mundo emocional. Queremos ser conscientes, portanto, faz parte desta amplificação de consciência: observar e reconhecer as próprias emoções, fazer um alfabeto emocional próprio, seguir a emoção e perceber a relação com os pensamentos, as crenças, os valores, examinar e conhecer as ações que elas provocam, perceber se elas estão no comando ou se é você; enfim, vê-las como sinais, efeitos dos seus feitos internos. Preste atenção e veja se assim fica mais fácil lidar com elas..

terça-feira, 29 de março de 2011

O valor da vírgulha ( ,)

Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) A Vírgula Vírgula pode ser uma pausa... ou não. Não, espere. Não espere... Ela pode sumir com seu dinheiro. 23,4. 2,34. Pode criar heróis.. Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve. Ela pode ser a solução. Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido. A vírgula muda uma opinião. Não queremos saber. Não, queremos saber. A vírgula pode condenar ou salvar. Não tenha clemência! Não, tenha clemência! Uma vírgula muda tudo. ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação. Detalhes Adicionais: SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA. * Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER... * Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM... "SE A CLASSE POLÍTICA E JUDICIÁRIA SOUBESSE A FORÇA QUE TEM O POVO SERIA MAIS PRUDENTE NOS SEUS ATOS. " Os políticos e juízes que conhecemos colocariam a vírgula depois de Tem. Já a população consciente certamente colocaria uma vírgula depois de Povo. E melhor, o povo colocaria um Ponto FInal nesta Roda Viva de desmandos institucionais.
Artigo do site O ECO, Rio de Janeiro, 22/02/2011 Reciclagem ajuda o meio ambiente? Há 13 mil anos, o homem já reciclava artefatos para poder caçar mais. A reciclagem das embalagens do que consumimos apenas produz a ilusão de que ajudamos a natureza. Saiba o por quê
Será que realmente estamos ajudando a natureza fazendo a reciclagem? No exemplo acima, dá para perceber que não. No entanto, as pessoas acham que fazer reciclagem das embalagens dos produtos que consomem ajuda o meio ambiente. As campanhas na mídia influenciadas pelo comércio altamente lucrativo de basicamente dois tipos de embalagens de bebidas, latinhas de alumínio e garrafas PET contribuíram para iludir as pessoas e aliviar a consciência delas quando doam para o diretor da escola ou para os catadores aquelas sacadas de latas de cerveja consumidas nos finais de semana. Tem até escola pública que troca por nota estas latinhas de cerveja. Quanto maior a quantidade de latas, maior a satisfação das pessoas. Matérias e artigos sobre a tal reciclagem de latinhas de alumínio inundam os espaços em revistas e jornais reservados ao meio ambiente. Mas todos omitem o lado sujo envolvendo a reciclagem de latinhas de alumínio, como por exemplo, os gases liberados e os resíduos altamente tóxicos (cancerígenos) da queima da tinta das latinhas no processo de fundição. Quando analisamos com uma visão mais ampla todo o processo percebemos que esta reciclagem de latinhas de cerveja não é diferente da reciclagem das ponteiras de pedra das flechas para poder matar mais bichos. Reciclagem de ponteiras de pedra da cultura Clóvis para obtenção de um artefato com outra finalidade, no caso um perfurador ou raspador. Foto e informações da página do museu da Western Artifacts – Clovis Points A prova de que isto é a pura verdade está nos dados dos próprios fabricantes de cerveja. O consumo de cerveja tem aumentado significativamente nos últimos anos e não para de crescer, fazendo com que a produção nacional das embalagens de latinhas de alumínio não atenda mais a demanda, o que obriga o setor a importar as latinhas vazias, em quantidades cada vez maiores (não é por falta do metal alumínio, mas a capacidade de produção). A mineração de alumínio, bem como o consumo de energia elétrica nunca diminuiu, aumenta sempre, sem parar. Quando entregamos estas latinhas para serem recicladas, a conclusão que se chega é que só estamos ajudando as cervejarias a vender mais cerveja. A natureza – e a humanidade - sofreriam menos impacto se as latinhas fossem prensadas e armazenadas para sempre em algum lugar especial, já que espaço para guardar lixo adequadamente não é problema, considerando as extensas áreas que as prefeituras aprovam todos os anos para implantar novos loteamentos, visando atender a demanda sempre crescente de moradias para a população que não para de aumentar. Assim, poderia provocar aumento de preço e reduzir o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, o que de fato contribuiria para ajudar o meio ambiente e a sociedade. Se a humanidade quiser continuar sua trajetória de buscar a felicidade, bebendo cerveja (com moderação) ou de outra forma mais saudável, vai ter que mudar de caminho. Os povos da tradição Umbu já nos provaram de forma trágica isso há 12 mil anos na Mata Atlântica. Viver de forma sustentável não é reciclar (afiar) as ponteiras de flechas para matarmos mais bichos, ou melhor, saquearmos a natureza para atender a demanda de consumo de uma população humana que aumenta cada vez mais. Referências sobre as ponteiras de flecha encontradas em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo Fúlvio Vinícius Arnt, Marcus Vinícius Beber e Pedro Ignácio Schmitz, Instituto Anchietano de Pesquisas –Unisinos (RS). Os assentamentos líticos dos caçadores da Mata Atlântica em Taió, Santa Catarina. Novembro 2006

segunda-feira, 28 de março de 2011

Sem ponto final,

Vou escrever...nem sei o que,mas preciso escrever. Falar das chuvas que já tomei, dos tombos que já levei, das vezes que já errei,das muitas pessoas que já magoei,das que me magoaram,falar de todos que desprezei,dos que me desprezaram,dos poucos momentos de alegrias,dos muitos momentos de tristezas,falar das vezes que eu sorri,das horas que eu chorei, sei lá...preciso escrever,colocar para fora todos os fantasmas,todos os medos. Não posso contar minha vida, não se conta uma vida inteira em poucas palavras,mas algo me sufoca,me angustia,me deprime talvez seja essa minha inquietude,essa ansiedade,essa inconstância,essa minha incoerência, talvez... Ainda sinto o peito arder, os pensamentos ficam confusos,o coração quer que eu conte tudo, a cabeça diz que não posso,emoção e razão.- Quem tem razão?O que está me destruindo é essa solidão-É DE DOER!Se eu pudesse eu iria,se eu tivesse coragem... Acabaram-se as palavras,já não sei o que escrever, de repente minha alma ficou vazia,meus pensamentos se foram,minha mente se fechou, desculpe-me mas vou deixar sem ponto final, LICHAVES
Eu não gosto de político. Não! Não gosto de novelas nem de político. Aí você pergunta – o que tem haver político com novelas? Sei lá... pensando bem,putz, claro que tem tudo haver: São chatos, enrola a gente o tempo todo, não tem criatividade, fazem sempre as mesmas coisas e no final tudo acaba bem! Mas político é uma droga... fala sério e me responda: - para que servem os políticos? Nunca entendi para que sirva os políticos e as tiriricas (Cyperus Rotundus) PQP isso é uma praga, é impossível exterminá-los- os dois ok? Mesmos que inúteis eles estarão sempre presente, não tem jeito. Eu vou em frente... Fazer o que? Está tudo poluído mesmo... Putz
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EU SOU SIMPLESMENTE LINA.

PRECONCEITO

MEUS AMIGOS Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril. Oscar Wilde